O governo de Jerônimo Rodrigues (PT) negou o avanço de carreira para mais de 340 profissionais da educação do Estado. A Secretaria de Educação da Bahia (SEC) indeferiu diversos processos de progressão funcional por avanço vertical para ocupantes de cargos de provimento efetivo da carreira do magistério público estadual do ensino fundamental e médio.
Ao todo, a pasta negou o avanço na carreira para mais de 340 profissionais, com pelo menos 50 motivos alegados pela secretária em exercício, Luciana Menezes Silva, na edição desta quinta-feira (28) do Diário Oficial do Estado (DOE).
Além desses, uma outra portaria (1056/2026) traz a lista definitiva de indeferimentos para a carreira de Professor Indígena, somando outros nomes que o Estado decidiu barrar na progressão.
O movimento tem gerado frustração na categoria, já que o Governo da Bahia exige qualificação, mas impõe uma barreira burocrática (com 50 códigos de indeferimento diferentes) que impede o aumento salarial de centenas de profissionais de uma só vez.
No campo documental, há impedimentos baseados em exigências da própria administração pública, como o não cumprimento do interstício mínimo de três anos de permanência no padrão atual, a condição de servidor em estágio probatório ou o fato de o profissional estar à disposição de outro órgão.


















































