O deputado estadual Luciano Ribeiro ub, afirmou nesta terça-feira (2) que a reação de petistas ao vídeo gravado pelo pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), na Travessa Ubatã, no bairro de Narandiba, acabou se transformando em uma confissão pública de que o próprio governo Jerônimo não consegue acessar áreas dominadas por facções criminosas.
“Se eles reconhecem que precisa de autorização, é porque o Estado já não comanda o ir e vir constitucional e confirma que existe um poder paralelo. Eles reconheceram isso ao ficarem questionando como ACM Neto entrou lá”, frisou o parlamentar, que é vice-líder da oposição na Assembleia Legislativa da Bahia.
No início da semana, ACM Neto publicou em suas redes sociais vídeos da visita que fez à comunidade, mostrando casas vazias que foram abandonadas pelos moradores por conta da atuação de uma organização criminosa.
Além de portões e paredes perfurados por tiros, o cotidiano na Travessa Ubatã inclui relatos de cobrança de taxas e restrições impostas pelos criminosos a serviços básicos como gás, internet, mototáxi e ifood.
“ACM Neto fez o que um governador precisa fazer: ir para o front, ver de perto o problema e comandar a resposta do Estado diante de uma situação tão grave”, pontuou Luciano Ribeiro.
Pelo décimo ano seguido a Bahia mantém liderança em ranking de homicídios no Brasil, segundo os dados mais recentes do Atlas da Violência. O estado registrou 6.061 mortes violentas em números absolutos, mantendo uma distância expressiva em relação ao segundo colocado, Pernambuco, que contabilizou 3.534 homicídios – ou seja, 71,5% mais assassinatos.
















































