O ex-ministro da Casa Civil e pré-candidato ao Senado pelo PT, Rui Costa, demonstrou confiança nas vitórias do presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues nas eleições deste ano. Durante plenária do Programa de Governo Participativo (PGP), em Cajazeiras, Rui lançou o desafio de a Bahia garantir a Lula uma vantagem de cinco milhões de votos, superando os cerca de quatro milhões registrados há quatro anos.
“Se, em 2022, foram quatro milhões de votos de frente, escrevam: nós vamos dar, este ano, cinco milhões de votos de frente ao presidente Lula”, afirmou. Segundo Rui, os baianos garantiram a maior vantagem de votos para Lula no país, resultado celebrado pelo grupo político que governa a Bahia há quase duas décadas.
“A Bahia foi comentada no Brasil inteiro. Foi a maior diferença a favor do presidente em 2022”, destacou. Diante do público, o ex-ministro convocou os baianos a se mobilizarem para alcançar a meta de cinco milhões de votos de vantagem.
Ao justificar a projeção otimista, Rui destacou a retomada de obras de moradia, educação e saúde pelo Governo Federal. “Quando eu sentei na cadeira de ministro, nós encontramos 87 mil casas paralisadas, 4,5 mil obras de escolas e 6,5 mil obras de hospitais e postos de saúde paralisadas. E nós retomamos todas elas”, declarou.
Segundo Rui, o resultado eleitoral representaria o reconhecimento dos baianos às ações do presidente, além do desejo pela continuidade dos investimentos. “Como gratidão ao que Lula fez nesses três anos e meio, mas também porque a gente vai querer mais. A gente vai querer mais porque o povo precisa de mais”, disse.
Rui também criticou o grupo político liderado por ACM Neto na Bahia e que tem o ex-presidente Jair Bolsonaro como principal referência nacional. “Essa gente tem desprezo pela periferia e pela população mais simples”, declarou. Para sustentar a crítica, o ex-ministro relembrou o leilão do transporte público realizado durante a gestão de Neto.
“Eu disse: não faça isso, prefeito, porque o povo de Salvador é pobre, a renda é baixa. Se você arrecadar R$ 400 milhões para colocar no caixa da Prefeitura, as empresas de ônibus vão cobrar isso na passagem ou com a queda da qualidade do serviço, porque empresário não dá nada a ninguém de graça”, afirmou. Segundo Rui, a medida contribuiu para a crise das empresas e para a piora do serviço oferecido aos usuários.


















































