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Ibametro e órgãos públicos alertam sobre riscos de cortinas e persianas para crianças

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O sufocamento causado por cordões de persianas e cordões foi um dos assuntos debatidos entre profissionais | FOTO: Divulgação |

A adesão à campanha mundial sobre riscos de estrangulamentos de crianças, inclusive fatais, causados por cordões de persianas e cortinas, foi o ponto alto do encontro da Rede Consumo Seguro e Saúde-BA (RCSS-BA), realizado quinta-feira (30) no Instituto Baiano de Metrologia e Qualidade (Ibametro). A campanha foi deflagrada, na segunda quinzena de junho, pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e parceiros ligados aos direitos do consumidor.

O evento trouxe a Salvador representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que vieram conhecer as estratégias locais e nacional de enfrentamento aos acidentes de consumo. Dentre as deliberações do encontro, os 26 seis órgãos públicos e entidades civis, que compõem a RCSS-BA, decidiram aderir à campanha ‘#CortinaSegura’ com o objetivo de sensibilizar a sociedade quanto aos riscos desse tipo de acidente.

O sufocamento causado por cordões de persianas e cordões foi um dos assuntos debatidos. Em relação ao Brasil faltam estatísticas, mas os Estados Unidos, por exemplo, registram a morte de 12 crianças a cada ano por esse tipo de ocorrência. De acordo com levantamento do Inmetro, as crianças mais vulneráveis têm idade entre zero e 6 anos.

Para o diretor-geral do Ibametro, Luiz Freire, alertar os pais, responsáveis, classe médica e institutos de ensino infantil sobre esse perigo é fundamental para evitar os chamados acidentes de consumo. “Todos que lidam com as crianças devem estar atentos aos riscos oferecidos por estes produtos”.

Ele disse que, no Brasil, há subnotificação destes registros. “Precisamos reforçar a prevenção, verificando em casa, por exemplo, se estes cordões são acessíveis a crianças e se possuem laços que [podem causar] risco de estrangulamento. Outra ação simples, e que não tem qualquer custo, seria cortar os cordões ou amarrá-los numa altura que as crianças não alcancem”, orienta o diretor do Ibametro. Leia matéria completa no site do Ibametro.

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