#Turismo: Feriado de 12 de outubro tem a Chapada Diamantina como destino certo

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O Poço Azul é uma das opções de banho em grutas neste feriadão | FOTO: Eduardo Moody/Viagem e Turismo |

A Chapada Diamantina é uma das principais alternativas turísticas da Bahia principalmente em um feriado como esse 12 de outubro, data comemorativa do dia de Nossa Senhora de Aparecida, a padroeira do Brasil, que será nesta quinta-feira. Com a possibilidade de curtir um feriado prolongado, quem aproveita mesmo é a criançada, que pode participar de práticas esportivas cheias de aventura como o arvorismo e trekking na mesma data em que comemoram seu dia.

A Chapada fica no coração do estado e é destino eco turístico que reúne história, natureza, belas paisagens, vistas de montanhas e trilhas, rios, cachoeiras e principalmente muita paz. Portanto é ideal também para se descansar. Os municípios de Lençóis, Andaraí (Igatu), Mucugê, Palmeiras (Vale do Capão), Morro do Chapéu, Rio de Contas, Piatã, Boninal, Abaíra, Ibicoara, Jacobina, Iraquara, Nova Redenção e Itaetê são alguns locais com opções para quem quer distância do caos urbano.

Patrimônio natural, a Chapada é um local de nascentes, com fauna e flora de riqueza e belezas naturais únicas. O destaque da região é o Parque Nacional da Chapada Diamantina, com 152 mil hectares de área, divididos entre os municípios de Lençóis, Palmeiras, Andaraí, Mucugê, Itaetê e Ibicoara. Para quem gosta de boas caminhadas, vale a pena percorrer as trilhas e conhecer o Vale do Pati, a Cachoeira da Fumaça, o Cachoeirão, Funis, o Morro do Castelo, ou do Pai Inácio.

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O Pico das Almas tem 1.958 metros de altura | FOTO: Divulgação/Dmitri de Igatu |

Não tem apenas cachoeiras, o turista ainda pode ter acesso a muitas grutas, vales e os três pontos mais altos da Bahia: o Pico das Almas, com 1958m de altura; o do Itobira, com 1970m; e o do Barbado, com 2033m. Na Chapada nascem 90% dos rios que banham o estado, como o Paraguaçu, o Jacuípe e o de Contas. Dezenas de nascentes resultam em cachoeiras ou poços propícios ao banho no meio ou no fim de cada caminho.

Quem quer saber um pouco mais de história pode também percorrer a Estrada Real, onde circulou ouro nos séculos XVIII e XIX. O casario colonial, em Lençóis, Rio de Contas, Mucugê e Igatu, todos tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), fazem parte do conjunto arquitetônico que reconta a história do lugar.

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O famoso pastel de palmito de jaca | FOTO: Açony Santos/Guia Chapada Diamantina |

Culinária
Além dos cartões postais, o turista ainda pode conhecer a culinária local. No Vale do Capão, por exemplo, o que mais chama atenção nos pratos típicos são as misturas dos temperos com os ingredientes da localidade. Um exemplo disso é o pastel de palmito de jaca, uma iguaria exclusiva do Vale do Capão, que pode ser frito ou assado dependendo do gosto do cliente.

Outros pratos típicos da Chapada são o godó de banana verde, um ensopado de carne do sol com banana nanica verde, que acaba tendo um gosto parecido com o da batata inglesa; e o cortado de palma, que tem um gosto parecido com um ensopadinho de vagem. Tudo uma delícia, vale a pena experimentar!

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Vila do Vale do Capão no município de Palmeiras | FOTO: Rhana Peroquetti/Victor Giostri/Verardo |

Vale do Capão
Mais conhecido como Vale do Capão, a Vila de Caeté–Açu, distrito de Palmeiras, é um dos principais redutos de turismo ecológico do Brasil com visitas de aventureiros do mundo. O vale, junto com os municípios de Lençóis, Andaraí e Mucugê, faz parte do chamado ciclo de diamante da Chapada. Morros, picos de montanhas, queda d´água e riachos. No Capão, as trilhas mais percorridas são a Cachoeira da Fumaça e o Morro do Pai Inácio. Tem ainda o Morrão, os Gerais do Vieira, o Morro Branco e o Vale do Pati.

Jornal da Chapada

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