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Deputado Marcelo Veiga aponta que fechamento da Petrobras trará inúmeros prejuízos para a Bahia

O parlamentar aponta que o governo federal não está preocupado com os milhões de trabalhadores brasileiros desempregados e continua promovendo medidas que geram ainda mais inseguridade trabalhista.

O assunto ainda não se esgotou e está longe de ser tido como fora de pauta. O fechamento de negócios da Petrobras no Nordeste brasileiro tem gerado críticas de todos os lados contra o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL). Nesta terça-feira (17), foi a vez do deputado estadual Marcelo Veiga (PSB) proferir suas declarações contrárias ao fim das operações, principalmente sobre a desativação da sede da estatal em Salvador. O parlamentar aponta que o governo federal não está preocupado com os milhões de trabalhadores brasileiros desempregados e continua promovendo medidas que geram ainda mais inseguridade trabalhista.

“É um absurdo o que esse governo tem feito contra o Nordeste. O país tem sofrido muito com esse desgoverno de Bolsonaro. Vamos ver se ele volta atrás de novo, os governadores estão pressionando. Inclusive, recentemente, o chefe do Executivo baiano, Rui Costa, tratou do assunto em reunião do consórcio dos governadores dos estados nordestinos. Esperamos que essa mobilização dê resultado, pois o povo nordestino não merece mais estagnação”, salienta o deputado do PSB. Marcelo Veiga explica a preocupação e diz que a ação ameaça do governo federal em vender os ativos da Petrobras no Nordeste deixa evidente que o desemprego nunca foi o foco desta atual gestão.

“O que vai acontecer é o aumento das demissões e, consequentemente, a falta de investimentos. Teremos inúmeros problemas com os possíveis impactos da decisão do governo em elevar a cota de importação de etanol, passando a não tributar dos EUA, sem nenhuma contra partida direta. Isso terá consequências devastadoras para os produtores nacionais, principalmente os da região Nordeste. Temos de intervir e buscar uma solução para essa situação”, completa o deputado. Ele finaliza dizendo que a situação do país precisa de uma intervenção urgente das instituições e um maior engajamento da Câmara e do Senado Federal. “Não podemos sucumbir a uma gestão sem entender que o povo é o representante maior”.

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