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#Brasil: Dólar já é comercializado a R$5 em casas de câmbio do país; o euro bateu a casa de R$5,50

Na véspera, o dólar era vendido entre R$ 4,59 e R$ 4,67 em espécie nas mesmas casas de câmbio. No cartão, era vendido entre R$4,88 a R$4,91.

O dólar turismo chegou a ser comercializado a R$5 nesta sexta-feira (6), nos pagamentos com cartão de crédito nas casas de câmbio, a operação registrou uma alta de 1,8% em relação ao dia anterior. O euro bateu a casa de R$5,50, no cartão de crédito. Para as compras em dinheiro, o dólar já era negociado a R$4,82 e o euro, a R$5,29. O levantamento foi feito em casas de câmbio localizadas no Rio de Janeiro. O dólar mais barato era cotado a R$4,64, já incluindo o valor do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que é de 1,1% para compras em dinheiro. No cartão, o imposto é de 6,8%.

Na véspera, o dólar era vendido entre R$ 4,59 e R$ 4,67 em espécie nas mesmas casas de câmbio. No cartão, era vendido entre R$4,88 a R$4,91. Na DG Corretora, a moeda americana em espécie era comercializada nesta quinta-feira a R$4,7 e o euro a R$5,17. Com o pagamento em cartão, os valores eram de R$5 e R$5,50, respectivamente. Na Confidence Corretora, o dólar em espécie era vendido a R$ 4,82; já no cartão, era negociado a R$ 4,99. A divisa europeia saía por R$ 5,29 em espécie e R$ 5,47 com pagamento em cartão.

A Casa Câmbio vendia o dólar em espécie a R$4,68 e o euro a R$5,14. Já na compra com o cartão, e em apenas uma parcela, a divisa americana saía por R$4,84 e o euro, a R$5,35. A 4 Cantos Turismo comercializava o dólar em espécie a R$4,64 e o euro a R$5,08; nos cartões, a compra saía por R$4,90 e R$5,37, respectivamente.  De acordo com a casa, a procura pela compra das moedas caiu em virtude da alta, mas possíveis promoções não vêm sendo realizadas, com a manutenção da taxa de mercado.

Já a Europa Câmbio vendia o dólar em espécie a R$4,65 e o euro a R$5,10. Com a modalidade de pagamento em cartão, a divisa americana era vendida a R$4,94 e a europeia a R$5,43. Segundo o professor associado do departamento de Economia da PUC-RJ, Walter Novaes, a expansão do coronavírus, com o primeiro caso confirmado no Brasil, tem relação direta com a alta da cotação e queda da Bolsa.

“Um grande país afetado pelo vírus, como a China, tem repercussões diretas e indiretas para os demais países. Dólar sobe no Brasil e cotações na bolsa caem refletindo expectativas de perdas no comércio internacional e na produção nacional, que podem se agravar ainda mais se a perspectiva de pandemia se confirmar”, disse. Com informações da Época Negócios.

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