Conhecido por interpretar “Neguinho” no filme Cidade de Deus, o ator Rubens Sabino voltou a ganhar destaque nas redes sociais ao compartilhar um relato sobre sua realidade atual. Mais de duas décadas após participar do longa dirigido por Fernando Meirelles, ele publicou um vídeo abordando temas como sobrevivência, políticas sociais e a vivência em situação de rua no Rio de Janeiro.
No conteúdo, Sabino registra o momento em que realiza o saque de R$ 600 do programa Bolsa Família e demonstra emoção ao ouvir o som da operação concluída no caixa eletrônico, ao qual se refere como “o barulhinho que o Lula faz o pobre ouvir”. Em sua fala, ele agradece ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo benefício e afirma que o recurso tem contribuído para uma sensação de estabilidade econômica, mesmo diante das dificuldades.
Além do agradecimento, o ator também rebate críticas frequentemente direcionadas a pessoas em situação de vulnerabilidade. Segundo ele, o valor recebido não é utilizado para consumo de drogas ou álcool, como parte do estigma costuma sugerir, mas sim como investimento em pequenos negócios. No vídeo, Sabino relata que utiliza o dinheiro para adquirir mercadorias destinadas à revenda, afirmando ter conseguido ampliar a renda a partir do benefício.
“Esse aqui é o meu saldo no Bolsa Família de hoje, R$600,00. Esse é o barulhinho que o Lula faz o pobre ouvir. Porque o pobre só escuta esse barulho aqui por causa do Lula, muito obrigado pelos R$600,00. O nome disso aqui se chama distribuição de renda, o governo Lula dá para moradores de ruas igual a mim. Então, quando você fala que o Bolsa Família e os programas sociais do Lula são ruins, não é. Eu que moro na rua estou tendo até uma estabilidade econômica. Porque eu vou te falar, já vendi tanta mercadoria no mês passado por causa dos R$600,00. Então, eu quero agradecer ao Lula, para essa política de distribuição de renda que deve ser uma das melhores da América Latina”, declarou.
A publicação gerou repercussão ao trazer à tona a trajetória do ator e sua realidade atual, além de reacender discussões sobre políticas de transferência de renda e vulnerabilidade social. Com informações do Bnews.

















































