O candidato a governador ACM Neto (União Brasil) criticou neste sábado (8), durante encontro com lideranças políticas em Nazaré, a situação da segurança pública na Bahia e as condições da BR-324. No ato, que reuniu representantes de dezenas de municípios, Neto afirmou que, caso seja eleito, pretende adotar uma postura de liderança no enfrentamento à violência e promover mudanças na atuação das forças de segurança.
O encontro contou com a participação de prefeitos, ex-prefeitos, vereadores, deputados e lideranças regionais, além do candidato a vice-governador Zé Cocá (PP), do senador e candidato à reeleição Angelo Coronel (Republicanos) e do candidato ao Senado João Roma (PL).
Ao tratar da segurança pública, ACM Neto acusou o governador Jerônimo Rodrigues (PT) de apresentar, em discursos e peças de publicidade, uma realidade diferente daquela vivenciada pela população baiana.
“No discurso e na propaganda de Jerônimo é a mesma coisa: a Bahia é um estado de paz e de tranquilidade. Se Deus me permitir ser governador, eu vou mudar essa realidade. Eu vou agir com liderança e pulso firme. Eu vou recuperar as nossas polícias, que vão trabalhar de maneira integrada. Eu vou usar tecnologia. Eu vou botar ordem em presídio e eu vou botar para quebrar com bandido”, afirmou.

Situação da BR-324
Outro ponto abordado pelo candidato foi a situação da BR-324. Neto criticou as condições da estrada e lembrou que, na campanha eleitoral de quatro anos atrás, Jerônimo destacava a importância do alinhamento político com o governo federal para solucionar problemas enfrentados pela Bahia.
“Só que Jerônimo disse, outro dia em uma entrevista, que todos os buracos tinham sido tapados na BR-324. A verdade é que não tem buraco, não. Tem cratera. E essa é a situação das principais rodovias do nosso estado”, afirmou.
Potencial de Nazaré e do Recôncavo
Neto também relacionou os problemas enfrentados pelo estado às dificuldades para aproveitar o potencial econômico dos municípios do Recôncavo. Segundo ele, Nazaré e as cidades da região poderiam avançar mais com uma atuação diferente do governo estadual.
“A gente olha o potencial econômico de Nazaré e da região e vê quantas coisas podiam estar sendo feitas, mas estão sendo desperdiçadas. Jerônimo passou esse tempo aí rodando pelo Estado. Realmente ele viajou, agora deu em quê? Adiantou de quê? Adianta a gente ter prédio bonito nas escolas se elas não formam um aluno com qualidade?”, questionou.

























































