O presidente do Haiti, Jovenel Moise, foi assassinado na madrugada desta quarta-feira (7), em sua residência, por um comando integrado por pessoas estrangeiras, de acordo com informações do primeiro ministro, Claude Joseph.
Segundo o premiê, alguns dos envolvidos estavam falando em espanhol. A primeira-dama foi hospitalizada, mas não resistiu e também morreu após o ataque a tiros que matou o seu marido. Martine tinha 47 anos e era casada com Moïse, que tinha 53 anos, eleito presidente em 2017.
“Todas as medidas para garantir a continuidade do Estado e proteger a Nação foram tomadas. A democracia e a República vão vencer”, garantiu Joseph.
Com uma crise política e econômica, milhares de haitianos marcham pelas ruas do país desde 2018, pedindo melhores condições de vida. Os protestos iniciaram após o aumento do preço da gasolina e ocasionaram a renúncia do então primeiro-ministro, Jack Guy Lafontant.
Neste ano, os protestos pediam a renúncia de Moise, que era um ex-portador de banana. Ele vinha sofrendo fortes protestos desde que assumiu a presidência em 2017, com a oposição acusando-o este ano de tentar instalar uma ditadura ao prolongar seu mandato e tornar-se mais autoritário. Ele negava as acusações. Jornal da Chapada com informações de R7 e CNN Brasil.


















































