O São João de Itaberaba envolveu forte polêmica com os gastos públicos em 2026. A Justiça e o Tribunal de Justiça da Bahia (TCM) suspenderam pagamentos de cachês apontados como superfaturados pela gestão municipal.
A prefeitura comandada por João Filho (PSD) pretendia gastar R$ 3,92 milhões com apenas 5 atrações. Os cachês barrados pelo TCM, após representação apresentada pelo Ministério Público da Bahia, incluíam valores como:
Natanzinho Lima: R$ 850 mil
Rey Vaqueiro: R$ 500 mil
Vitor Fernandes: R$ 300 mil
Eric Land: R$ 280 mil
Xinela de Couro: R$ 90 mil
A suspensão ocorreu por descumprimento de limites legais, agravada pela situação financeira do município, que acumula uma dívida superior a R$ 27 milhões com a Receita Federal.
Itaberaba encerrou o primeiro quadrimestre deste ano com mais de R$ 6,7 milhões em despesas liquidadas e ainda não pagas. Com a liminar, a prefeitura deverá adequar os pagamentos aos limites permitidos.
O prefeito João Filho e as produtoras responsáveis pelos artistas foram notificados e terão prazo de 20 dias para apresentar defesa e resolver a situação.
Jornal da Chapada

















































