Rui Costa vai ampliar Caps para reduzir danos das drogas

Postado em ago 28 2014 - 6:46pm por Jornal da Chapada
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Ao lado do combate ao tráfico, o candidato considera essencial ampliar rede de atenção psicossocial, como forma de reintegrar dependentes e apoiar suas famílias | FOTO: Reprodução |

Além de intensificar as ações de combate e repressão ao tráfico de drogas, aprofundando o trabalho do atual governo de reaparelhamento e modernização das polícias civil e militar, Rui Costa, candidato a governador pela coligação Pra Bahia Mudar Mais, pretende dar uma prioridade especial à ampliação da base de atendimento médico e psicológico, com novos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) nas suas diversas modalidades.

“Isto significará colocar à disposição dos pacientes mais leitos em hospitais públicos, implantar novas unidades de acolhimento e desenvolver ações transversais, conjuntas e integradas entre os órgãos governamentais (municipais, estaduais e federais) e com a participação da sociedade civil, pois somente assim poderemos ser eficientes na redução dos sociais, psíquicos e físicos consequentes do uso de drogas, sobretudo o crack”, afirma o candidato. E acrescenta: “Com a base estruturada pelo governador Jaques Wagner pretendo dotar a Bahia de condições necessárias para assimilar a demanda não só de pacientes com transtornos mentais, mas também a originada pelo aumento do uso de drogas”.

Em oito anos, o governo conseguiu posicionar a Bahia 43% acima da média nacional, em relação ao número de CAPS por habitante. “De 88 unidades em 2006, saltamos para 200 em 2013, instaladas em 162 municípios”, registrou o candidato, observando que o crescimento do consumo da droga exige que a rede de atendimento em Saúde seja capaz de tratar os dependentes, dando-lhes perspectivas para resgate da dignidade, reinserção à família e a sociedade, com condições de autonomia e qualidade de vida.

O Caps é um serviço do SUS, que oferece atendimento à população, realizando o acompanhamento clínico e a reinserção social dos pacientes pelo acesso ao trabalho, lazer, exercício dos direitos civis e fortalecimento dos laços familiares e comunitários. A criação do serviço foi um avanço na proposta antimanicomial do país, capaz de oferecer atendimento e cuidados intermediários, entre o regime ambulatorial e a internação hospitalar, com ênfase numa abordagem compreensiva e com suporte educacional, social, de reabilitação psicossocial e reinserção profissional. “Este é um serviço imprescindível, pois dá dignidade de vida às pessoas que necessitam de atenção especial e de seus familiares, daí nossa preocupação em ampliar ao máximo sua base de atendimento”, afirmou Rui.

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