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Edital Agosto da Igualdade recebe projetos até 28 de julho

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As propostas podem ser apresentadas no caráter de oficina, formação, seminário, videodocumentário, apresentação teatral, CD de áudio, exposição ou publicação | FOTO: Reprodução/Correio Nagô |

Voltado para seleção de projetos com foco na celebração, valorização e resgate histórico da memória da Revolta dos Búzios e seus heróis, o Edital Agosto da Igualdade recebe projetos até o próximo dia 28. Nesta quarta edição, a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), responsável pela iniciativa, amplia as modalidades e o repasse de verbas às organizações da sociedade civil que desejam trabalhar com a temática.

No total, serão destinados R$ 250 mil para o desenvolvimento de cinco projetos relacionados ao movimento baiano emancipatório e popular do século 18, nas áreas da educação, cultura, empreendedorismo, juventude negra e combate à intolerância religiosa. As propostas podem ser apresentadas no caráter de oficina, formação, seminário, videodocumentário, apresentação teatral, CD de áudio, exposição ou publicação.

Os interessados devem protocolar o projeto e os documentos exigidos, pessoalmente ou via Correios, na Secretaria de Promoção da Igualdade Racial do Estado da Bahia (Sepromi) – Comissão de Seleção de Projetos – Avenida Paulo VI, nº 760, Edifício Belmonte Empresarial, 2º e 3º andares – CEP 41. 810-001 – Salvador – Bahia. A íntegra do edital e a lista dos documentos estão disponíveis no site da Sepromi.

Movimento revolucionário
A Revolta dos Búzios, ocorrida em 1798, foi um movimento revolucionário baiano pela república democrática e abolição da escravidão. Trata-se de uma das maiores manifestações populares comandadas por negros, que exigiam direitos humanos e igualdade de raça e de gênero para todos os brasileiros.

O líderes, os soldados Lucas Dantas e Luis Gonzaga das Virgens, assim como os alfaiates Manuel Faustino e João de Deus, tiveram os nomes inscritos no Livro de Aço dos Heróis Nacionais, em 4 de março de 2011, mais de 200 anos após suas mortes, depois da sanção da Lei 12.391 pela presidente Dilma Rousseff.

Eles foram enforcados em praça pública na capital baiana, porém seus ideais de liberdade permanecem. O título do movimento se deve ao fato de que muitos ativistas usavam búzio preso à pulseira para facilitar a identificação entre si. Também é conhecido como Revolta dos Alfaiates (porque seus representantes exerciam este ofício), Conjuração Baiana, entre outros nomes.

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