Governo baiano investe mais de R$ 20 milhões em esgotamento sanitário de Feira de Santana

Postado em dez 19 2016 - 7:51am por Jornal da Chapada
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O secretário da Sihs, Cássio Peixoto, explica que trata-se de um projeto pioneiro na América Latina | FOTO: Divulgação |

Nesta segunda-feira (19), o Governo do Estado, através da Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (Sihs), avança na meta de universalizar o saneamento básico na Bahia. Além de entregar a ampliação da segunda etapa do sistema de esgotamento sanitário – Bacia do Jacuípe, inova com os serviços de otimização energética e operacional do sistema de esgotamento sanitário Jacuípe II (Biogás). A cerimônia será na Estrada da Pedreira, Rio Branco, e contará com a presença do governador Rui Costa e do secretário de Infraestrutura Hídrica e Saneamento, Cássio Peixoto. Os investimentos totais são da ordem de R$ 22.326.544,50, sendo R$ 18.513.276,920 para a Bacia do Jacuípe e R$ 3.813.267,58 para o projeto do biogás.

Conforme frisa o secretário é mais do que gratificante ver que o objetivo está sendo cumprido a cada dia. “E a cidade de Feira de Santana tem crescido em ritmo acelerado nos últimos anos, requerendo uma ampliação e reforço no sistema de esgotamento sanitário, imprescindível para a população. Por isso, nesta segunda-feira, somente com a primeira entrega, realizada pela Embasa (empresa vinculada a Sihs), um total: 20.976 habitantes serão beneficiados”, comemorou Peixoto, complementando que a determinação de Rui Costa é fazer muito mais. Nesta segunda etapa as localidades beneficiadas são: Três Riachos, Nova Esperança, Viveiros, partes dos Olhos D´Água, parte do Tomba, parte de Jardim Acácia e parte do Tamandari, com um total de 601 ligações intradomiciliares.

No que diz respeito aos serviços otimização energética e operacional do SES Jacuípe II – (Biogás), Cássio Peixoto explica que trata-se de um projeto pioneiro na América Latina na geração de Energia Elétrica a partir do Aproveitamento do biogás da Biomassa do Esgoto Sanitário, em um convênio firmado entre a Embasa e Coelba. “E estima-se uma economia de 75% representando R$ 26.112,55 mensais e R$ 313.350,60 anuais. Sem falar na existência de grandes ganhos ambientais e de imagem intangíveis, como diminuição da emissão de gases para a atmosfera e consequente contribuição para diminuição do efeito estufa”, comemorou.

 

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