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#Chapada: Projeto de monitoramento de animais silvestres em Jacobina recebe 13 câmeras doados pelo MP

As câmeras, que são equipadas com sensores de movimento e infravermelhos, são utilizadas para capturar fotos ou vídeos de animais selvagens com o mínimo de interferência humana possível.

O Ministério Público da Bahia (MP-BA), por meio da Promotoria de Justiça Especializada em Meio Ambiente, com sede em Jacobina, na Chapada Norte, doou 13 câmeras fotográficas do tipo ‘Trap’ ao Instituto Água Boa. A entidade desenvolve um projeto de monitoramento de diversidade de fauna na região. Também foram doadas 130 pilhas e 13 cartões de memória. As câmeras, que são equipadas com sensores de movimento e infravermelhos, são utilizadas para capturar fotos ou vídeos de animais selvagens com o mínimo de interferência humana possível.

“A compreensão da distribuição da fauna silvestre é fundamental para o entendimento do estabelecimento de áreas prioritárias para conservação. Trabalhamos com os mapeamentos já realizados pelo Ministério do Meio Ambiente, tentando compreender como o trânsito da fauna se comporta nestes locais e se extrapola das áreas já delimitadas”, destacou. As câmeras foram obtidas através de transações penais celebradas nas 1ª e 2ª Varas dos Juizados Especiais Criminais de Jacobina, em processos relacionados a crimes ambientais contra a fauna silvestre, identificados durante a 44ª etapa da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI), realizada em maio de 2019.

O local abriga duas Unidades de Conservações Federais, um Parque Nacional e uma Área de Preservação Permanente | FOTO: Divulgação |

O promotor de Justiça Pablo Almeida ressaltou o caráter educativo das transações penais efetivadas, onde pessoas flagradas criando animais silvestres sem as autorizações dos órgãos competentes se comprometeram a apoiar projetos de preservação de fauna. Ele complementou que outras dez câmeras, também provenientes de transações penais, serão doadas nos próximos dias ao programa ‘Amigos da Onça: Grandes Predadores e Sociobiodiversidade na Caatinga’, que coleta informações para o estudo da ecologia e biologia destes grandes felinos com o intuito de subsidiar ações de conservação destas espécies, na região conhecida como Boqueirão da Onça.

O local abriga duas Unidades de Conservações Federais, um Parque Nacional e uma Área de Preservação Permanente (APA). O projeto de monitoramento de diversidade de fauna já capturou nos últimos dois anos imagens de felinos de grande e médio porte, como a onça parda, conhecida também como suçuarana; o gato mourisco, conhecido também como onça de bode ou jaguarundi; a jaguatirica, conhecida como leopardus pardalis, dentre outros animais, em mais de nove cidades da região centro-norte da Bahia. As informações são do MP-BA.

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