A construção das políticas públicas de saúde em Marcionílio Souza começou a ganhar forma nesta segunda-feira (13), com o início das Pré-Conferências Municipais de Saúde. Os encontros, promovidos pela Secretaria Municipal de Saúde nas Unidades de Saúde da Família (USFs), têm como objetivo ouvir a população, identificar as principais demandas da rede pública e reunir propostas que servirão de base para a 8ª Conferência Municipal de Saúde, marcada para o dia 30 de julho.
As pré-conferências funcionam como uma etapa preparatória do processo. Durante as reuniões, moradores, profissionais da saúde, lideranças comunitárias e demais participantes podem apresentar sugestões, relatar desafios enfrentados no atendimento e debater alternativas para aprimorar os serviços oferecidos no município. As propostas construídas nesses encontros serão sistematizadas e encaminhadas para discussão na conferência municipal.
A programação teve início nesta segunda-feira (13), na USF Machado Portela. Na terça-feira (14), os encontros serão realizados, às 9h, nas unidades Zení Alencar e Caxá. Já na sexta-feira (16), a programação continua às 9h nas USFs Sede e Rancho Nevada, além da USF Juracy, às 14h. O ciclo de pré-conferências será encerrado no sábado (17), às 9h, na USF Queimadinhas, ampliando a oportunidade para que moradores de diferentes localidades participem das discussões.
Diferentemente das pré-conferências, que têm caráter consultivo e de escuta da comunidade, a Conferência Municipal de Saúde reúne as propostas debatidas nas unidades para definir prioridades, aprovar diretrizes e estabelecer encaminhamentos para as políticas públicas do setor.
A 8ª Conferência Municipal de Saúde será realizada no dia 30 de julho, às 9h, no Centro Cultural Renato Mercez, reunindo representantes da sociedade civil, trabalhadores da saúde, gestores e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).
A participação popular é considerada um dos principais pilares da conferência, já que permite que as decisões sobre a saúde pública sejam construídas de forma coletiva. Além de fortalecer o controle social previsto pelo SUS, os encontros possibilitam que as necessidades de cada comunidade sejam debatidas diretamente com os responsáveis pelo planejamento das ações, contribuindo para a definição de prioridades e para o aprimoramento dos serviços oferecidos à população.
Jornal da Chapada























































