Presidente da Assembleia, Marcelo Nilo não pede suplementação pela primeira vez

Postado em jan 1 2017 - 9:29am por Jornal da Chapada
foto

O deputado estadual do PSL, Marcelo Nilo | FOTO: Reprodução |

Presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), o deputado estadual Marcelo Nilo (PSL) se gaba de, segundo ele, “pela primeira vez na sua história” a Casa não pedir suplementação financeira ao governo do Estado para fechar o ano com as contas em dia. “Isso tudo é fruto de muita economia e muito equilíbrio. Fizemos o turnão neste ano, não demos cesta de Natal aos servidores, não reajustamos os salários também, não contratamos nenhum profissional do Reda (regime especial de direito administrativo)”, enumerou Marcelo Nilo em entrevista à Tribuna. O deputado voltou a comemorar a posição da Assembleia baiana no ranking nacional como terceira mais equilibrada financeiramente e terceira mais transparente à população.

“Continuamos com as contas arrumadas e continuamos como a terceira Assembleia Legislativa mais austera e terceira mais transparente do Brasil”. Marcelo Nilo afirma ainda que quer colocar o parlamento baiano no topo do ranking nacional. “Estou trabalhando para colocar a AL-BA como primeira mais austera e primeira mais transparente. Vou trabalhar por isso se eu me eleger presidente de novo”. Nilo está no quinto mandato de presidente da Casa (10 anos) e é candidato a mais um. Ele destaca que já começa o ano de 2017 com medidas semelhantes às deste ano, como o chamado ‘turnão’.

A partir de 1º de janeiro, a Assembleia Legislativa vai funcionar em regime de turnão no recesso parlamentar, até o dia 31 de janeiro. Nesse período, o expediente irá das 13h até às 19h, de segunda a quinta-feira, mantendo o horário normal às sextas – expediente das 8h30 ao meio-dia. A sessão solene de encerramento dos trabalhos ordinários aconteceu ontem à tarde, no plenário da Casa. Com a redução do horário de expediente, a Mesa Diretora pretende economizar cerca de R$1,2 milhão durante o mês de janeiro, a exemplo do que ocorreu durante o recesso de meio de ano, em julho.

A decisão foi motivada pelas dificuldades financeiras vivenciadas por todos os entes federados nesse período de crise, com forte queda de receita, como registrou o presidente da Assembleia. Segundo Marcelo Nilo, “a Bahia se mantém em posição de menor vulnerabilidade graças às atitudes prudentes e à gestão do governador Rui Costa (PT)”, que sempre pôde contar com o apoio e a solidariedade do Legislativo, do Judiciário e dos demais órgãos. Nilo lembrou que não pediu suplementação financeira ao governo porque “ele cortou na carne”. Da Tribuna da Bahia.

Sobre o Autor

| Bem vindo ao espaço virtual do JORNAL DA CHAPADA |

Deixe Uma Resposta

Você deve ser logando em para postar um comentário.