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#Mundo: México concede asilo político a Evo Morales; boliviano denunciou ordem de prisão ilegal contra ele

Chanceler do governo de Lopez Obrador, Marcelo Ebrard, anunciou oficialmente que Evo Morales pediu asilo político ao país e que o governo mexicano irá conceder. "Sua vida corre perigo na Bolívia", afirmou.

O governo do México, do presidente López Obrador, irá conceder asilo político a Evo Morales, anunciou o chanceler do governo mexicano, Marcelo Ebrard, durante pronunciamento em rede nacional nesta segunda-feira (11). O ex-presidente boliviano renunciou no último domingo (10) pressionado por militares e policiais, e denunciou que há uma ordem de “prisão ilegal” contra ele.

“Denuncio ao mundo e ao povo boliviano que um oficial da polícia anunciou publicamente que tem a instrução de executar uma ordem de prisão ilegal contra minha pessoa”, tuitou Morales, que anunciou também que “grupos violentos” atacaram sua casa. Morales, que governou a Bolívia durante quase 14 anos, acrescentou: “Os golpistas destroem o Estado de Direito”.

Asilo no México
O asilo será concedido por razões humanitárias, informou o secretário de Relações Exteriores. “Sua vida corre perigo na Bolívia”, disse Ebrard. Ele informou que Evo pediu asilo político ao governo mexicano um dia depois de ter renunciado ao cargo de presidente, na noite deste domingo (10), após pressão de militares e policiais.

O México também pediu reunião com a OEA (Organização dos Estados Americanos) por seu silêncio diante do golpe de estado na Bolívia. Evo também denunciou, tarde da noite deste domingo, que um mandado ilegal de prisão contra ele estava em mãos dos agentes policiais do país, que invadiram sua residência de forma violenta. Desde o golpe de Estado, o líder político corre risco de vida se ficar na Bolívia.

Em carta de renúncia enviada ao parlamento, Evo Morales, que havia sido eleito para o quarto mandato, disse que sua “responsabilidade como presidente indígena e de todos os bolivianos é evitar que os golpistas sigam perseguindo meus irmãos e irmãs dirigentes sindicais, maltratando e sequestrando seus familiares”. “A ordem é resistir para amanhã voltar a lutar pela pátria. Nossa ação é e será defender as conquistas de nosso governo. Pátria ou morte!”, disse ainda. Com informações da Veja e do Brasil 247.

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