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#Chapada: Documentário premiado na 24ª edição Cine PE 2020 entra na programação do Cine Diamantina

O documentário terá distribuição alternativa e independente “para que possamos levar o ‘Memórias Afro-Atlânticas para o máximo de municípios na Chapada Diamantina”, ressalta a diretora.

A diretora do Cine Diamantina, projeto apoiado por editais do Governo e realizado nos municípios da Chapada Diamantina, Gabriela Barreto, recebe prêmio de melhor direção e melhor roteiro na 24ª edição do Cine PE pelo documentário ‘Memórias Afro-Atlânticas’. Gabriela Barreto, diz em entrevista ao Jornal da Chapada, que o documentário “terá distribuição alternativa e independente para que possamos levar o ‘Memórias Afro-Atlânticas para o máximo de municípios na Chapada Diamantina, dialogando com o recôncavo e parte da região metropolitana de Salvador”, ressalta diretora.

A segunda edição do projeto, segundo Gabriela, “tem previsão de realização no segundo semestre de 2021 e será uma edição especial, por conta da pandemia por coronavírus”. A cineasta, conta para a reportagem, que a sua “militância no cinema é levar a arte para quem não tem acesso”. O júri da Abraccine concedeu o prêmio a Gabriela, ressaltando sobre a importância do documentário que revela um grande tesouro “por se debruçar sobre uma história riquíssima e pouco conhecida de documentação dos terreiros e recôncavo baiano (retratando a herança e memórias linguísticas de personalidades religiosas como, Mãe Menininha do Gantois, Joãozinho da Goméia e Manoel Falefá) e, traçar uma espécie de quebra-cabeça em torno desse achado, revelando como essa tradição oral sobrevive e a importância de documentá-la”, salienta júri.

Além de receber o prêmio pelos críticos especializados Júlio Bezerra (MS), Marco Tomazzoni (SP) e Maria Caú (RJ) como melhor longa, na última sexta-feira (18), o documentário atingiu mais de cem mil votos de internautas. Gabriela Barreto, encerra a entrevista revelando que “a lição que levo para vida de fazer esse documentário é o silêncio. Respeitar o silêncio, pois estamos devolvendo, através do filme, o que o povo de santo não tinha acesso. Memórias em fotografia, áudios, musicalidade. Uma viagem ancestral que traz a valorização da cultura de matriz africana e o resgate da memória afetiva”, conclui a diretora.

O longa-metragem é disponibilizado na plataforma do Youtube, para acesso ao público de forma gratuita e, conta com a parceira de Gabriela, também diretora do Cine Diamantina, Marcela Costa, como diretora de produção, Cassio Nobre e Xavier Vatin, roteiristas de ‘Memórias Afro-Atlânticas’ e, quem assina a produção do documentário premiado é Couraça Criações Culturais.

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