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#Chapada: Livro de professora itaberabense retrata a relação entre igreja católica e a educação de surdos

A publicação foi baseada na pesquisa desenvolvida pela autora Bianca Silva Lopes Costa em sua tese de doutorado.

O lançamento do livro ‘Milagre do Efatá’, da professora itaberabense Bianca Silva Lopes Costa, foi realizado na noite da última sexta-feira (23), em evento virtual (‘live’) transmitido pelo perfil oficial do ‘Dicas Históricas’, que é um canal de divulgação de conhecimento cientifico, livros, autores e trabalhos ligados à historia e ciências humanas. A abordagem do livro é focada na influência do catolicismo na educação de surdos no Brasil entre 1950 e 1980.

Esse bate-papo online fez parte da série de lançamentos da ‘Saga’, editora responsável pela publicação e comercialização do livro, que foi apresentado pelo editor do canal ‘Dicas Históricas’, Fabrício Gomes, doutor em História na Escola de Ciências Sociais da Fundação Getúlio Vargas (CPDOC/FGV). A autora abordou a relação assistencialista, educacional e políticas da igreja católica e a sua influência em relação a pessoas surdas.

Além de professora do Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães, na rede pública de ensino de Itaberaba, portal de entrada Chapada Diamantina, Bianca Costa é escritora e mestre em História pela Universidade do Estado da Bahia (Uneb). Ela é também doutora em Educação pela Universidade Federal da Bahia (Ufba). O seu o livro foi escrito com base em uma extensa pesquisa realizada para a sua tese de doutoramento entre 2016 e 2019.

A escritora contou na ‘live’ que a sua tese de doutorado, e posteriormente o tema do livro, foi despertado a partir das suas pesquisas do mestrado em história, onde ela pesquisou sobre as práticas pedagógicas da igreja católica. Ao estudar sobre a festa de Nossa Senhora do Rosário, em Itaberaba, ela percebeu através do material de estudo, fontes das pesquisas e das leituras, que havia uma aproximação muito grande da igreja católica para com as pessoas surdas.

“O livro é bem interessante, não é só porque o livro foi escrito por mim, é uma temática assim que foi muito prazerosa ter escrito na época. Tive, na época, a possibilidade de participar do Congresso na Unicamp – que foi relacionado à religião e à educação. E, na época, o tema já chamava a atenção, isso foi em 2017, o tema já chamava atenção porque são poucas as pessoas que escrevem sobre essa temática, religião, educação e surdez”.

A autora ainda declarou que foi um prazer desenvolver pesquisa sobre essa temática e que continua pesquisando. “Somos eternos aprendizes, então a gente está sempre buscando melhorar crescer e buscar conhecimento”, conclui Bianca Silva Lopes Costa.

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