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Bahia desenvolve projeto de erradicação do Aedes aegypti

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O projeto também inclui faxinaço nas unidades administrativas e no entorno do CAB | FOTO: Reprodução

Eliminar criadouros do Aedes aegypti, inicialmente, nas imediações do Centro Administrativo da Bahia (CAB), beneficiando a cerca de 25 mil pessoas que transitam diariamente na região. Esse é o objetivo principal das ações coordenadas de combate ao mosquito desenvolvidas pelas Secretarias da Administração (Saeb) e da Saúde (Sesab). As ações já começaram e tratam do recolhimento de resíduos sólidos e a manutenção das áreas verdes do CAB. As determinações integram o plano da Superintendência de Patrimônio (Supat) da Saeb, que envolve diretores administrativos e gerais, integrantes dos Ecotimes (grupo de servidores que acompanham periodicamente o consumo de água e energia nas unidades do CAB), entre outros atores.

O projeto também inclui faxinaço nas unidades administrativas e no entorno do CAB, vistorias nas unidades prediais, limpeza de áreas de preservação ambiental, além de trabalhos de sensibilização e treinamento das equipes terceirizadas. A superintendente de Patrimônio da Saeb, Juliana Cavalcanti, acredita que as ações devem ser conjuntas e coordenadas pelas duas secretarias, visando sempre o bem estar da população baiana. “É preciso desenvolvermos um trabalho bem planejado para evitar que o mosquito se prolifere e gere mais problemas de saúde em nosso Estado”, destacou.

Mosquito
O Aedes aegypti é originário do Egito, na África, e vem se espalhando pelas regiões tropicais e subtropicais do planeta desde o século 16. No Brasil, segundo pesquisadores, o vetor chegou no período colonial. O mosquito é transmissor de doenças como a dengue, a febre amarela e chikungunya, além do vírus da zika.

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