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Presidente da UPB busca apoio e explicações de ministro da Integração em questões relacionadas à seca

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O ministro disse que não autorizou o exército a diminuir o número de carros-pipa na Bahia e que o Ministério também não autorizou colocar água em reservatórios para as pessoas buscarem em grandes distâncias | FOTO: Divulgação/UPB |

O presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Eures Ribeiro, se reuniu na última terça-feira (21) com o Ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, para tratar de assuntos relacionados à seca na Bahia. O presidente da UPB esteve em busca de apoio e explicações sobre situações ocorridas durante esse problema de escassez que atinge mais da metade dos municípios do estado. Na oportunidade, o ministro disse que não autorizou o exército a diminuir o número de carros-pipa na Bahia e que o Ministério também não autorizou colocar água em reservatórios para as pessoas buscarem em grandes distâncias. Ele enfatizou que o certo é continuar nos moldes passados, entregando a água casa a casa.

Helder falou sobre a operação de barragens e limpeza de aguada, que será intensificada no estado. O ministro solicitou que a UPB informe os municípios que tiveram o fornecimento de água suspenso ou, ainda, a diminuição do mesmo. Também participaram desta reunião sobre a seca o presidente da Codevasf, o deputado federal que faz parte da bancada baiana, Arthur Maia (PPS), o representante da Defesa Civil Nacional e o senador Otto Alencar (PSD), que viabilizou a agenda do ministro. “Tivemos informações decisivas e estratégicas sobre o assunto. Vamos passar o retorno que o ministério solicitou, para que sejam feitas intervenções urgentes nos municípios prejudicados”, disse Eures.

O presidente da UPB esteve também com o diretor executivo de governo, Roberto Barros Barreto, representando o presidente da Caixa Econômica Federal. Na pauta, foi levado ao conhecimento da instituição bancária o atraso na avaliação dos convênios e vistoria de obras nos municípios baianos por parte da Caixa, bem como foi solicitado o aumento do número de técnicos nas agências regionais para o acompanhamento das obras. “Os municípios baianos estão sendo penalizados pela falta desses técnicos fiscalizadores, pois as obras acabam se iniciando em uma gestão e finalizando em outra”, analisou Eures. Jornal da Chapada com informações da UPB.

Jornal da Chapada

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