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Índios ocupam sede do PMDB da Bahia e tiram o presidente Geddel do sério

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O presidente estadual da legenda, Geddel Vieira Lima, diz que o PMDB não é a instância para tratar deste tema | FOTO: Reprodução/EBC |

A sede do PMDB da Bahia foi ocupada na última quinta-feira (1°) por um grupo de cerca de 150 indígenas exigindo a exoneração da coordenadora do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI), Mônica Marapará. O presidente estadual da legenda, Geddel Vieira Lima, diz que o PMDB não é a instância para tratar deste tema, e já comunicou ao ministro da Justiça, Torquato Jardim, pedindo para que a Polícia Federal e a Funai acompanhem o caso.

“O local correto para esta reivindicação é a Funai. Eu tomei as cautelas necessárias comunicando o ministério da Justiça, por escrito, e o governador. Sempre no sentido de preservar não apenas o patrimônio como também, e principalmente, para manter a tranquilidade dos funcionários e visitantes do partido”, diz Geddel.

O peemedebista acredita que este tipo de mobilização não é correta. “Admitir este tipo de invasão ao partido equivale a concordar com reivindicações através de invasão de terras indígenas. É preciso pleitear, mas sem cercear o direito do outro”.

Apesar de pacífica, a ocupação assustou os funcionários do partido. “Não pude estar presente, mas sei que não houve agressões ou algo semelhante. Orientei os funcionários para que mantenham a calma até porque não é um assunto do PMDB. O partido não é instância apropriada para isso. Me parece, portanto, um movimento não reivindicatório e, sim, com características política partidária”. A redação é do site Brasil 247/Bahia.

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