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Chapada: Protesto contra os cortes de Bolsonaro mobiliza sociedade em Nova Redenção; veja fotos

O ato foi liderado por sindicatos, políticos, professores, estudantes e ativistas que tomaram as ruas para protestar contra o governo federal | FOTO: Montagem do JC/PT Municipal |

O município de Nova Redenção, na Chapada Diamantina, teve as ruas tomadas na última quinta-feira (30) na manifestação em favor da educação, contra os cortes de verbas em institutos federais de todo o país e contra a reforma da Previdência. Moradores, professores, diretores, alunos, vereadores, secretários municipais, agricultores locais, APLB Sindicato, representante da Igreja Católica, o padre Mário de Carli, e comunidade em geral participaram do ato. Eles também aproveitaram para reclamar de outras ações do governo Bolsonaro, como as medidas que desmontam políticas públicas de acesso à moradia e a programas e projetos para agricultura familiar.

Liderado pela prefeita Guilma Soares (PT) e pelo líder político Ivan Soares, o grupo de manifestantes se concentrou no Largo do Posto de Combustíveis, entrada da cidade. De acordo com Guilma, em sua administração “educação é prioridade”. Ela cita as melhorias no setor e a reforma da Casa de Estudantes de Salvador, que possibilita o estudante a se manter na capital para estudar o curso que escolheu. “Tudo que o governo tem feito é para oportunizar aos jovens em situação de vulnerabilidade o acesso à universidade”, salienta.

Confira mais imagens do protesto em Nova Redenção

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Conforme o líder Ivan, “a manifestação está alinhada com os atos nacionais que são prometidos a cada 15 dias até que o governo federal reveja os prejuízos causados à educação básica e superior com os cortes promovidos. Ivan afirmou “que apesar de pequeno, o município não poderia se omitir diante do cenário atual e da luta de quem deseja uma educação como objeto de transformação na vida do povo brasileiro”.

Os manifestantes presentes ao ato ouviram políticos, que fizeram uso da palavra em defesa da educação, e em seguida caminharam pelas principais ruas da cidade, com faixas e cartazes com frases conscientização sobre a causa. Os participantes demonstraram que não vão parar com as manifestações até o governo atual voltar atrás e desistir dos cortes de verbas. Essa medida se estende por todo o país e deve culminar no dia 14 de junho com a greve geral.

Jornal da Chapada

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