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Ministro da Saúde diz que fica no cargo; Bolsonaro não gostou da aparição de Mandetta em live de sertanejos

A presença de Mandetta em vídeos de artistas seria a gota d'água para o presidente demitir o ministro.

Jair Bolsonaro (sem partido), como se sabe, não suporta ser ofuscado na cadeira presidencial. Já brigado com Luiz Henrique Mandetta, o presidente revoltou-se ao saber que o ministro da Saúde havia dado as caras na live da dupla Jorge & Mateus, no fim de semana. A fala do ministro, festejado por artistas, fez ativar em Bolsonaro o modo Olavo de Carvalho de se comportar. Daí o motivo para as ameaças disparadas na frente do Palácio da Alvorada no fim de semana. O grande pecado de Mandetta não foi discordar de Bolsonaro na condução da guerra ao coronavírus, foi fazer sombra à faixa presidencial nas coletivas de imprensa e junto aos artistas.

O ministro Mandetta afirmou nesta segunda (6), em coletiva, que segue como titular da pasta após reunião que teve com o presidente Bolsonaro. O anúncio foi feito de última hora, onde afirmou novamente que “médico não abandona paciente”. “Nós vamos continuar, porque continuando a gente vai enfrentar nosso inimigo. Nosso inimigo tem nome e sobrenome: é a Covid-19. Temos uma sociedade para tentar lutar proteger. Médcio não abandona paciente, eu não vou abandonar”, afirmou o ministro.

Coletiva do ministro

Por outro lado, Mandetta afirmou que agora as “condições de trabalhos precisam ser para todos” e que, com os atritos recentes com o presidente e a possibilidade ser demitido, teve suas coisas arrumadas. “Hoje foi um dia que o trabalho no Ministério rendeu pouco. Ficou todo mundo com a cabeça avoada se eu ia sair. Muitos vieram em solidariedade, e agradeço. [Tinha] Gente aqui dentro limpando gaveta, pegando as coisas. Até as minhas gavetas vocês ajudaram a fazer a limpeza”, disse o ministro.

O Ministério da Saúde anunciou hoje que subiu para 553 o número de mortes pelo novo coronavírus no Brasil —aumento de 67 óbitos confirmados nas últimas 24 horas. Até ontem, eram 486 mortes. No total, são 12.056 casos oficiais no país até agora —aumento de 926 casos de ontem para hoje—, segundo o governo. Os dados anteriores indicavam 11.130 casos confirmados. A letalidade é de 4,6%, ou seja, entre cada 100 pessoas contaminadas, 4,6 morrem. As informações são da Revista Veja e do Portal UOL.

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