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Dia da Chapada Diamantina não tem celebração devido à pandemia de Covid-19; confira fotos

Os municípios chapadeiros têm tomado medidas para enfrentar o novo coronavírus mortal e a alternativa é lembrar e comemorar ficando em casa

O Dia da Chapada Diamantina, comemorado em 11 de abril, pela primeira vez, não terá programação em razão do momento difícil que o mundo está vivendo. A pandemia do novo coronavírus (Covid-19) suprimiu todo o calendário de eventos na região chapadeira neste primeiro semestre para evitar aglomerações e, consequentemente, o contágio do vírus que causa doença infectocontagiosa.

Vale ressaltar que todos os municípios chapadeiros têm tomado medidas para enfrentar o novo coronavírus mortal e a alternativa é lembrar e comemorar ficando em casa, correspondendo a recomendações dos órgãos de saúde, pois para celebrar é preciso estar vivo e com saúde.

Confira imagens da região

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Breve histórico
A escolha da data comemorativa teve origem na primeira divisão do Estado em Regiões Administrativas, instituídas em 11 de abril de 1966, quando o município de Seabra passou a ser o centro administrativo e político da região. Sob esta justificativa, a Junta Independente Voluntária Ambiental (Jiva), que atua em projetos socioambientais na região, deu início a um abaixo-assinado, em 2017, durante a Semana de Meio Ambiente de Seabra, em praça pública, com a proposta da instituição da data.

Na época, mais cinco municípios aderiram ao documento: Lençóis, Palmeiras, Iraquara, Andaraí e Barra da Estiva. E o projeto foi levado para a Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), onde virou lei após aprovação por unanimidade e sancionado pelo governador baiano Rui Costa (PT). Desde então, foi instituído por meio da Lei 13.739 de 05/07/17, no calendário oficial de eventos do Estado da Bahia, o Dia da Chapada Diamantina, a ser comemorado anualmente em 11 de abril.

A vocação ambiental da Chapada, aliada ao patrimônio arquitetônico histórico-cultural dos tempos áureos do ouro e diamante, fazem do turismo uma das principais atividades econômicas, atraindo visitantes nacionais e internacionais. Seu nome se originou da enigmática e raríssima geologia e suas jazidas diamantíferas que a constitui, enriquecido por muitos mistérios, águas, povos, histórias, culturas, patrimônios materiais e imateriais, construções, inovações e mudanças que ocorreram ao longo do tempo.

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