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Desenvolvimento industrial na Bahia depende de parcerias, diz presidente da Fieb

Presidente da Fieb Ricardo Alban |FOTO: Divulgação|
Presidente da Fieb Ricardo Alban |FOTO: Divulgação|

A Federação das Indústrias da Bahia (Fieb) e o Grupo de Líderes Empresariais da Bahia (Lide) promove entre essa quinta (13) e sexta-feira (14) o II Fórum de Oportunidades de Investimentos na Bahia. Na abertura do evento, o presidente da Fieb Ricardo Alban afirmou que o desenvolvimento industrial no estado precisa de parceria para alcançar as metas do setor.

“O objetivo é permitir que o desenvolvimento industrial e econômico da Bahia possa ser acelerado. De que forma você consegue isso? Trabalhando em parceria, dividindo esforços para obter melhores resultados. Então, se nós temos a Lide, temos o Sebrae, temos a Federação das Indústrias, a Secretaria de Indústria e Comércio, a Secretaria de Desenvolvimento de Salvador, quando junta todos em um esforço só, vamos ter muito menos recursos envolvidos e muito mais resultados a serem alcançados”, exemplificou Alban.

Segundo o representante da federação baiana, é preciso garantir às empresas que estão com protocolos de investimentos na Bahia que a cadeia produtiva possa fazer parte do processo de industrialização, o que poderá contribuir para uma interiorização do desenvolvimento, como defendeu o prefeito ACM Neto em seu discurso no evento.

“Nós nunca vamos estar satisfeitos com os investimentos, principalmente os industriais. É de conhecimento de todos que a participação da indústria no PIB [Produto Interno Bruto] nacional teve uma reação significativa nos últimos anos, mas por mais que fazemos, será muito pouco para recuperar a defasagem que há no processo de industrialização”, disse o presidente.

Alban lembrou o bom desempenho das exportações baianas, mas disse que é preciso mais que isso. “A Bahia teve um crescimento alto em relação ao país nos últimos anos, mais isso não quer dizer que não temos que correr atrás. Precisamos realmente manter o crescimento. Crescemos um pouco acima da média do Brasil, mas mesmo assim tivemos decréscimo. A produção industrial da Bahia ao longo desses primeiros sete meses de 2014 ainda tem um decréscimo de 3,5%, mas isso é em função da economia como um todo”, analisou.

Para ele, o superávit do Brasil “está quase minguando hoje” e “certamente a Bahia com suas exportações contribui para que ele não mingue ainda mais”. Extraído do Bocão News.

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