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Chapada: Servidores de apoio de Piritiba param as atividades e pedem socorro

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Os profissionais pedem que o prefeito cumpra com a determinação da justiça e pague o salário até o quinto dia útil do mês | FOTO: Ilustração/Arquivo |

Escolas municipais de Piritiba, na Chapada Diamantina, interrompem as aulas por falta de pagamento de salários dos servidores de apoio. O Colégio Firmino Sampaio, na comunidade rural de Porto Feliz, e o Instituto de Educação Ministro Paulo Renato Souza, na sede do município, suspenderam as atividades desde a quinta (14) por tempo indeterminado. Os servidores estão sem receber o salários do mês de novembro do ano de 2015, e os salários de fevereiro e março do ano corrente. Segundo Cleide Lima, presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Piritiba (Sindsemp) o ano letivo é mais um ano que teve seu início fragmentado.

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“As aulas não começaram na data prevista no calendário, devido à falta de professores, pessoal de apoio, merenda e transporte escolar. É bom lembrar, que a merenda escolar tem um dia e passa semanas sem”, destaca a sindicalista. Conforme Lima, a comunidade escolar do Colégio Firmino Sampaio, em Porto Feliz, desde do início do ano letivo vem sofrendo em todos os aspectos. “Agora, os professores sofrem com a falta de transporte. Por exemplo, os professores iniciam as aulas as 14h30 e encerram as atividades às 16h30 por falta de transporte, o que compromete o aprendizado do alunado”, completa.

Uma Ação Civil Pública (confira aqui), determina que o prefeito do município, Ivan Silva Cedraz (PSB) pague os salários dos servidores até o 5º dia útil de cada mês, mesmo assim, o prefeito tem descumprido rotineiramente a determinação judicial. Vale salientar que os funcionários da prefeitura de Piritiba, além de protestarem contra o atraso de salários, reclamam também de escolas com aulas reduzidas, alunos sem merenda, transporte escolar superlotado, saúde desamparada, ruas com esgotos a céu aberto, esburacadas, lixos entulhados, postes sem iluminação. E com todos esses problemas, a prefeitura só tem uma preocupação: planejar a festa de “São João”.

Jornal da Chapada

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