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Marcelinho Veiga defende a profissão de historiador: “É quem preserva memórias”

“O governo federal negou a regularização da profissão de historiador, mas o parlamento garantiu que é justo que os historiadores brasileiros sejam reconhecidos", diz o deputado.

O deputado estadual Marcelinho Veiga (PSB) defendeu a atuação da profissão de historiador, que foi regulamentada após a Câmara dos Deputados derrubar veto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na última quarta-feira (12). Nesta quinta (13), Marcelinho disse que são os historiadores que garantem a preservação da história, dos fatos e das notícias que marcaram diferentes épocas.

“O governo federal negou a regularização da profissão de historiador, mas o parlamento garantiu que é justo que os historiadores brasileiros sejam reconhecidos. É quem preserva nossas memórias, nossas histórias, é quem faz o trabalho de catalogar e confirmar feitos da política, da cultura, da arte, mantendo viva a influência literária e intelectual. Então, não é de se admirar que esse governo tenha tentado vetar tal proposição”, critica Veiga.

Marcelinho frisa que havia a preocupação de profissionais perderem espaço por exercerem a profissão por outros meios. A regulamentação de historiador estava prevista no Projeto de Lei do Senado (PLS) 368/2009 e recebeu alterações na Câmara e foi devolvida ao Senado na forma de um texto alternativo (SCD 3/2015), que acabou sendo aprovado pelos senadores no início deste ano. As informações são de assessoria.

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