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#Chapada: Sem poder realizar cultos presenciais, terreiros de candomblé da região se adaptam às novas tecnologias

O investimento nas mídias digitais e sociais já pode ser visto, por exemplo, pelo Centro de Jarê Palácio de Ogum e Caboclo Sete Serra, localizado no município de Lençóis.

Umas das consequências causadas pela pandemia do novo coronavírus foi a interrupção e fechamento de todos templos religiosos incluindo o de matriz africana. Como alternativa de manter os cultos aos caboclos, os terreiros de jarê – candomblé nativo da Chapada Diamantina – decidiram investir em tecnologia para manter a visibilidade das casas de santo. A informação consta na coluna ‘Tempo Presente’, do Jornal A Tarde.

O investimento nas mídias digitais e sociais já pode ser visto, por exemplo, pelo Centro de Jarê Palácio de Ogum e Caboclo Sete Serra, localizado no município de Lençóis. O centro criou um canal no YouTube para quem quiser acessar o movimento de festas realizadas até março, início da pandemia.

Desde então, o galpão, próximo ao rio Capivara, situado a oito quilômetros da sede do município chapadeiro está fechado aos frequentadores, orientados a aguardar o momento de retomada das manifestações.

Um outro destaque para o grupo de terreiro Oxum Opará, no município de Iraquara, a cidade das grutas. O grupo anunciou para o dia 8 de janeiro a videoconferência com o tema ‘Africanidade, ancestralidade, religião, com transmissão pelo Facebook na página da responsável, mãe Lilia Marques.

Enquanto não se pode retomar o turismo religioso, o objetivo de lideranças religiosas é incentivar o contato, por meio digital, com os adeptos e os visitantes acostumados às festas, este ano canceladas por causa da pandemia.

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