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Aumenta número de baianos em situação de segurança alimentar na última década

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Ao longo dos últimos dez anos, o número de baianos em situação de segurança alimentar subiu de 49,7%, em 2004, para 62,2% da população em 2013. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2004, cerca de 1,8 milhão de domicílios encontravam-se em situação de segurança alimentar. Em 2013, este número subiu para mais de três milhões.

Entre os indicativos que justificam este avanço estão os inúmeros programas sociais de incentivo ao trabalho e de transferência de renda implantados pelos governos estadual e federal na última década. Ações de apoio à agricultura familiar e à economia solidária, de garantia do acesso à água e a retirada de mais de dois milhões de baianos da condição de pobreza contribuíram significativamente para este resultado.

No âmbito estadual, destaca-se o programa Vida Melhor, que atua, tanto no eixo rural quanto no urbano, com foco na inclusão socioprodutiva. O Bolsa Família, do governo federal, exemplo de sucesso entre programas de distribuição de renda, melhorou a vida de cerca de 1,8 milhão de famílias baianas em 2013.

Para o secretário estadual da Casa Civil em exercício, Carlos Mello, garantir a todas as pessoas o direito de se alimentar regularmente e de forma adequada é um compromisso assumido pelo Governo da Bahia. “É obrigação da administração pública garantir às pessoas o Direito Humano à Alimentação. Ainda temos um longo caminho a percorrer e muito o que melhorar neste aspecto, mas estamos trabalhando incessantemente para criar condições de proporcionar aos baianos a segurança alimentar e nutricional”.

O secretário executivo do Grupo Governamental de Segurança Alimentar e Nutricional, Flávio Bastos, cita o Água Para Todos (PAT) como um dos programas fundamentais para a redução do número de domicílios em situação de insegurança alimentar. “Mais de 4,8 milhões de pessoas passaram a ter acesso à água, que é o bem mais básico para a qualidade de vida e saúde da população. Só em abastecimento, o programa representa um investimento de R$4,2 bilhões”.

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