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Vereador de Salvador detona traidores e diz que a democracia precisa de mais aliados

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Suíca afirma que a traição não aconteceu apenas com os partidos aliados, mas até da própria base | FOTO: Reprodução |

O resultado na Câmara Federal pela abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), no domingo (18), repercutiu em todo o país e em de diferentes formas na imprensa nacional e internacional. Em Salvador, o vereador Luiz Carlos Suíca (PT) disse que “as negociatas envolvendo a operação Lava Jato, com cada deputado querendo se livrar das acusações, foram decisivas até para os traidores”. Sempre efusivo, o edil diz que a votação na Câmara foi vergonhosa. “Isso ficou bem evidente nos discursos na hora da manifestação do voto, ninguém estava votando representando o povo, mas sim legislando em causa própria, para a sua família, para garantir o futuro dos netos com dinheiro da roubalheira, enquanto os nossos voltam para as favelas”, dispara.

Suíca afirma que a traição não aconteceu apenas com os partidos aliados, mas até da própria base. “É um golpe orquestrado até por alguns traidores da base, que não tem noção da luta dos trabalhadores, que viu na política um local de se perpetuar, são meritocratas, novos ricos, não tem cara de povo. Só você ver na eleição de Rui Costa quantos petistas estavam fazendo campanha para o outro lado, para Paulo Souto. Quem vai me garantir que eles também não estavam fazendo a mesma coisa? São os novos ricos, donos de postos de gasolina, latifundiários, ligados com ao assassinato do guerreiro Fábio Santos, morto em Iguaí, em 2013. Precisamos de mais aliados para a democracia”.

Conforme o edil petista, “o golpe de Eduardo Cunha serviu para duas coisas: para mostrar verdadeiramente que era um golpe e para mostrar em quem o povo votou, na esculhambação que é o Congresso Nacional”. Suíca ainda ironiza Cunha: “Quero parabenizar Cunha por mostrar essa palhaçada em rede nacional, para o povo perceber quem é quem, quem defende verdadeiramente o povo. Quem citou o nome de povo, e quem votou pelos nossos, pelos movimentos, pelos direitos humanos”.

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