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Chapada: Extinção do Ministério da Cultura gera dúvidas e críticas na região

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Diferentes opiniões sobre o fim da pasta de cultura são apresentadas por Vinícius Galvão e Homero Vieira, ambos trabalham com cultura na Chapada Diamantina | FOTO: Montagem do JC/ABr |

Com a extinção do Ministério da Cultura (MinC) pelo governo interino, após a saída de Dilma Rousseff da presidência, há muitos questionamentos e conclusões sobre a importância da pasta para o país. Na Chapada Diamantina não é diferente. Muitos eventos e organizações puderam ter apoio para difusão da cultura em seus aspectos mais amplos, seja com o teatro, música, ou palestras e organizações culturais.

O produtor e ativista cultural de Itaberaba, Vinícius Galvão lamenta a junção do MinC com o Ministério da Educação (MEC). “Isso piora a situação. O sistema municipal foi estimulado durante mais de 10 anos por conta do MinC, agora perde força e respaldo. Além disso, quando fazia parte do MEC nunca tinha funcionado”, desabafou. De acordo com Galvão, os artistas estão mais articulados atualmente e estão se mobilizando. “Esse golpe os artistas não vão aceitar. Os projetos vão parar, mas a militância não”, afirmou.

Já para Homero Vieira dos Santos, que trabalha com teatro no município de Andaraí, o fim do MinC não muda muita coisa. “Nós aqui nunca recebemos apoio nenhum. Atinge quem está no topo, mas a nós não. E a cultura de um povo independe da vontade política”, afirmou. Segundo ele, há eventos, como o encontro de grupos de teatros do interior baiano, que funcionam há muitos anos sem qualquer apoio do ministério.

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