#Vídeo: Lula passa segunda noite no sindicato paulista e manifestações explodem pelo país

Postado em abr 7 2018 - 10:29am por Jornal da Chapada
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Lula passa segunda noite no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, acompanhado de amigos, apoiadores e familiares | FOTO: Divulgação |

É grande a expectativa em frente a do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, onde o ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), permanece desde que o juiz federal Sérgio Moro determinou a prisão dele na última quinta-feira (5). A imprensa, como a Rede Globo, Folha, Veja, Estadão especulam que Lula vai se entregar à Polícia Federal neste sábado (7), após a missa, marcada para as 9h30, em homenagem à ex-primeira dama, Marisa Letícia, que faria 68 anos hoje. Lula, que passou a segunda noite no local, acompanhado de amigos, apoiadores e familiares, ainda não se pronunciou e nem apareceu neste sábado (7) para a militância, que está em vigília no local.

Em mais de 50 cidades de todas as regiões do Brasil, centrais sindicais, movimentos sociais, estudantes e apoiadores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva promoveram manifestações na sexta (6) contra a ordem de prisão dele, decretada pelo juiz Sérgio Moro, da Justiça Federal do Paraná. Já pela manhã, mais de 50 rodovias foram fechadas em atos promovidos principalmente pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

Manifestantes picharam prédio da Justiça Federal, no centro do Rio, no encerramento de ato em apoio ao ex-presidente Lula | FOTO: Divulgação/TRF2 |

Na Paraíba, uma jovem foi baleada na perna por uma pessoa que furou o bloqueio em uma das estradas. Nas capitais, a Frente Brasil Popular (que reúne entidades como a CUT, o MST e a UNE e o PT) e a Frente Povo sem Medo (formada pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Teto e por diversas outras organizações) promoveram vigílias, atos e trancamentos de vias urbanas.

Nas manifestações, os ativistas criticaram a condenação de Lula e questionaram o juiz Sérgio Moro, responsável pelo caso na 1ª instância e pelo pedido de prisão do ex-presidente, bem como outros membros de cortes onde o processo foi analisado, como o Supremo Tribunal Federal. A casa da presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, em Belo Horizonte, foi pichada e recebeu bombas de tintas. Também houve pichação no Rio de Janeiro, quando um grupo de manifestantes escreveu frases e jogou tinta na fachada de um prédio da Justiça Federal, na Cinelândia, onde ocorreu o fim da passeata de apoio ao ex-presidente Lula.

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