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#Exclusivo: Chapada Diamantina se destaca por abrigar importantes mananciais da Bahia como os rios Paraguaçu e Utinga

Ambos os rios enriquecem o ecossistema da região e abastece municípios de diferentes partes da Chapada Diamantina.

Ao pensar no Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado neste sábado (5), a Chapada Diamantina é um local que se destaca, sendo uma verdadeira caixa d’água da Bahia, com o maior rio genuinamente baiano, o Rio Paraguaçu. Além disso, há o Rio Utinga, que enriquece a região chapadeira.

“Tudo isso torna a Chapada um lugar especial e único, com os seus diversos biomas, um verdadeiro paraíso”, diz o brigadista dos Combatentes de Incêndio Florestal de Andaraí (Cifa), Homero Vieira, ao Jornal da Chapada (JC).

O Rio Paraguaçu possui nascente em Barra da Estiva e passa por diversas cidades chapadeiras, como Mucugê, Itaetê, Andaraí e Nova Redenção, até desembocar em Salvador, na Baia de Todos os Santos.

No entanto, o rio enfrenta alguns problemas e dificuldades. Conforme Vieira, alguns desses são a falta de política de conservação para a nascente e os incêndios florestais que têm secado diversos afluentes.

“O meio ambiente é complexo, nada é tão simples. Acredito que a principal causa dos problemas ambientais esteja no crescimento desordenado do ‘bioma humano’”, explica o brigadista.

Na visão de Homero, é preciso encontrar um caminho que seja capaz de equacionar o crescimento populacional com a conservação. “As políticas ambientais radicais não ajudam em nada, apenas os maximizam. O primeiro passo, tenho certeza, é o respeito a diversidade, seja ela ambiental, cultural, étnica, religiosa e política”, ressalta.

Já o Rio Utinga é um importante afluente do Paraguaçu. A agropecuária e irrigação de cidades como Utinga, Wagner, Lajedinho e Andaraí se beneficiam e contemplam a riqueza e beleza do rio. “um verdadeiro oásis que muito pode beneficiar o nosso Estado e à nossa população”, diz o prefeito Joyuson Vieira (PSB), através de nota de assessoria.

No entanto, o rio encontra-se, segundo o prefeito, sem gerenciamento adequado e sem preocupação estatal “no que concerne sua aproveitabilidade e sustentabilidade”, diz o gestor, por meio de nota de assessoria. “Precisa ser mais valorizado pelos seus usuários”, enfatiza.

“Necessita ainda urgente de melhor atenção dos órgãos públicos, barramentos para impedir a escassez em períodos secos inerentes ao Nordeste Baiano”, informa Joyuson ao acrescentar que também precisa “de sua mata ciliar revitalizada”.

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