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#Eleições2022: “Se conversar com o MDB não volta”, diz Lúcio sobre ‘charme’ da sigla e interesse nela de Wagner e Rui

Lúcio enumerou quatro pontos que tornam a sigla dele atrativa na Bahia: o partido pode receber qualquer um por figurar no centro, mas não aceitará candidatos de mandato.

O ex-deputado federal Lúcio Vieira Lima (MDB) comentou a informação revelada pelo site Política Livre nesta terça-feira (23) de que o partido que ele, embora não presida, comanda na Bahia é o destino para acomodar candidatos a deputado da base do governador Rui Costa e do senador Jaques Wagner e salientou que “o MDB já demonstrou que não é partido de aluguel”. Lúcio salientou, entretanto, que o partido é aberto a democratas e a petistas e brincou sobre os supostos enviados: “se conversar com o MDB não volta, pois aqui o tratamento é VIP”.

Lúcio enumerou quatro pontos que tornam a sigla dele atrativa na Bahia: o partido pode receber qualquer um por figurar no centro, mas não aceitará candidatos de mandato. “Difícil é o DEM receber um nome do PT ou o PT receber um nome do DEM”. Ele salientou que o MBD é reconhecido por não praticar patrulha ideológica. No segundo e terceiro pontos de atração, disse que o partido tem considerável tempo de TV e fundo eleitoral. E, em quarto lugar, “depois que o STF cortou o orçamento secreto, os partidos têm que conquistar os candidatos somente com suas qualidades e não com canto de sereia”.

“Se o PT e o DEM quiserem colocar candidatos [no MDB] serão muito bem-vindos. Tem que ver o que podem acrescentar ao partido”, disse Lúcio, que salientou por algumas vezes que a sigla não tem interesse em chapa majoritária. O emedebista disse ainda que o partido será bom para quem quiser disputar uma vaga para deputado estadual ou federal, pois não terá estrelas, ou seja, ele garante que todos partirão para a disputa em condições de igualdade.

Mesmo as supostas e badaladas candidaturas a deputado federal do ex-secretário da Saúde, Fábio Vilas-Boas, e do presidente da Câmara Municipal de Salvador, Geraldo Júnior (MDB) não são vistas como moedas de troca para que o partido apoie Jaques Wagner, ACM Neto ou João Roma, como citou. “Isso é fazer muito pouco do MDB”, disse o emedebista, que ressaltou que ambos são candidatos fortíssimos e que devem ser eleitos.

Lúcio diz que o partido ainda definirá quem apoiará para presidente da República e para governo estadual, mas salientou que chegará ao consenso possível; isto é, não deve haver punições a quem não apoiar as candidaturas oficialmente abraçadas pelo MDB. “ACM Neto já declarou que vai ser ‘palanque aberto’ [na Bahia] para presidente da República. E o MDB é igual a coração de mãe: sempre cabe mais um quando quer participar do projeto em prol do partido e da Bahia”, disse o emedebista, com a argúcia que lhe é característica. Redação do Política Livre.

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