Coquetel marca aniversário da escritora Zélia Gattai em Salvador

Postado em jul 1 2015 - 9:25am por Jornal da Chapada
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A escritora Zélia Gattai | FOTO: Arquivo Pessoal |

Doc-Expõe, nova empresa gestora da Casa do Rio Vermelho, irá realizar um Coquetel nesta quinta-feira (2 de julho), na Casa do Rio Vermelho, em homenagem ao aniversário da escritora Zélia Gattai, que completaria 99 anos. O evento, exclusivo para convidados, contará com uma lista seleta de personalidades, políticos, imprensa, amigos e familiares, dentre eles Maria João e Jonga Amado, netos do casal. Algumas autoridades já confirmaram presença como Érico Mendonça, Secretário de Turismo de Salvador; João Carlos Oliveira , diretor do IPAC (Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia) e Demétrio Lisboa, presidente da Mansão do Caminho. O buffet será assinado pelo Giramundo Cerimonial.

A comemoração marca também o início da Doc-Expõe na gestão do Memorial “Casa Rio Vermelho – Jorge Amado e Zélia Gattai”, localizado no bairro do Rio Vermelho, casarão onde o casal Amado morou durante 37 anos. A relação da Doc-Expõe com a família Amado é de longas datas. A história começou em 2003, ano que a empresa, dirigida pela museóloga Ângela Petitinga, realizou o primeiro inventário do acervo do escritor, quando Zélia Gattai ainda era viva. O trabalho não parou por aí. No ano passado, Doc-Expõe assinou a curadoria da Exposição “Casa do Rio Vermelho”, no Shopping da Bahia. Além disso, participou também da montagem do Memorial – inaugurado em novembro de 2014.

Sobre a Doc-Expõe
Empresa baiana pioneira no Norte e Nordeste na prestação de serviços nas áreas de Documentação Empresarial; Museologia; Expografia e Projetos Culturais. Dentro de sua expertise, tem concebido e executado projetos para Museus, Memoriais, Centros de Cultura, através de exposições de curta e longa duração para Empresas Públicas e Privadas. Fundada em maio de 1996, para gerir o Inventário de Bens Móveis e Integrados do Estado da Bahia com o Patrocínio da Fundação Vitae e coordenação do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), e para mapear os acervos históricos dos bens móveis da Bahia, trabalho realizado até o ano de 2004.

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