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Valmir diz que população deve cobrar eleições diretas e renúncia de Temer na greve geral

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O parlamentar baiano disse que “Temer não tem moral para cobrar provas de denúncia alguma, já que foi ele quem arquitetou o impedimento da presidenta Dilma” | FOTO: Jonas Santos |

A greve geral, marcada para esta sexta-feira (30), deve ser a maior mobilização dos trabalhadores brasileiros contra o governo Michel Temer. É o que acredita o deputado federal Valmir Assunção (PT-BA), que convoca a militância petista, de sindicatos e de movimentos sociais e populares para tomar as ruas do Brasil e pedir a renúncia do presidente e eleições diretas. Em Salvador, as atividades devem acontecer no Campo Grande e região do Shopping da Bahia, antigo Iguatemi. Nesta quinta-feira (29), o parlamentar baiano disse que “Temer não tem moral para cobrar provas de denúncia alguma, já que foi ele quem arquitetou o impedimento da presidenta Dilma, eleita pelo voto popular e que até hoje nada foi provado contra ela”. Assunção salienta que os partidos que hoje compõem o governo federal estão defendendo o projeto derrotado nas eleições e que esses também não têm condições para se queixar do Ministério Público Federal tampouco do procurador-geral da República Rodrigo Janot.

“Tem algumas coisas na política que são engraçadas ou trágicas, o presidente golpista Michel Temer, denunciado pelo procurador-geral, agora quer que Janot apresente as provas. Mas na hora que ele arquitetou o processo contra a presidenta Dilma, o povo e a democracia brasileira, ele não quis saber de provas. E todos nós achamos que é lógico que tem de ter provas, quem acusa tem de provar. Mas quando foi com Dilma, o DEM, o PMDB, o PSDB, Temer, Cunha e tantos outros não quiseram saber de provas só foi a vontade de sentar na cadeira de presidente da República”, diz Valmir. O deputado completa dizendo que “depois de mais de um ano à frente do governo, Temer tem 3% de aceitação da sociedade, e só mandou para a Câmara projetos que tiram direitos da classe trabalhadora”.

Assunção lembra que a mobilização nas ruas agora é fundamental para pressionar o governo e os partidos aliados, pois a denúncia de corrupção passiva, formação de quadrilha e outros crimes denunciados desgastam ainda mais a imagem do país e dificulta a retomada da democracia. “É preciso mobilizar a população e levar para as ruas a força necessária para derrubar esse governo corrupto que não tem responsabilidade com os trabalhadores. A verdade é que Temer e sua turma não respeitam o processo democrático nem eleitoral. O PSDB depois de perder diversas eleições, não aguentou mais ficar na oposição, por isso precisaria de um governo igual ao de Temer, onde os tucanos têm seis ministros e não largam o osso, estão lá juntos, cobrando a conta dos trabalhadores”.

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