Em diplomação, Valmir diz que continuará lutando ao lado de Lula e dos movimentos sociais

Postado em dez 18 2018 - 4:00pm por Jornal da Chapada

O deputado federal Valmir Assunção recebe o diploma de eleito em cerimônia no TRE-BA | FOTO: Jonas Santos |

Prestes a iniciar seu terceiro mandato como deputado federal, Valmir Assunção (PT-BA) voltou a defender a inocência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a atuação dos movimentos sociais no Brasil. Durante cerimônia de diplomação no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA), nesta segunda-feira (17), o petista tratou de fazer um balanço do 31º Encontro Estadual do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), pediu mais respeito para os militantes e trabalhadores que encampam a luta pela terra – uma de suas principais bandeiras no parlamento – e engrossou o coro pela libertação de Lula.

“Sabemos que Lula é um preso político, que não há crimes e não existem provas contra ele. Todos nós estamos cientes que se trata de um esquema para mantê-lo longe do povo e das eleições, longe da política. Tiraram ele das ruas, onde mais gosta de fazer política, ao lado do povo. Dedico minha diplomação ao maior e melhor presidente que esse país já teve. E vamos seguir lutando ao lado dele e dos movimentos sociais para que o povo volte a sorrir e a ter seus direitos reconhecidos. Não vamos descansar e não vamos soltar as mãos neste momento difícil que vive a política do Brasil. O MST da Bahia homenageou seus líderes que tombaram, e também tratou de pedir a liberdade do ex-presidente”, declara Assunção.

Ao lado do deputado eleito Mário Jacó (PT), que também foi diplomado nesta segunda, de familiares, amigos e de assessores, Valmir disse que existem projetos importantes em tramitação e que pretende acompanhar de perto pauta por pauta na Câmara Federal. Coincidentemente, o dia 17 de dezembro é a data em que o parlamentar completa 54 anos, comemorados em evento no último domingo (16), junto com a militância do MST em Salvador, onde aconteceu o encontro estadual do movimento. “Foi um momento único. Sempre com meus amigos e familiares. A luta por melhores condições em assentamento e acampamentos do MST, contra os agrotóxicos e por uma reforma agrária popular são também minhas lutas”, completa.

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