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“Queremos que as pessoas entendam o papel do vereador”, diz Suíca sobre Câmara Itinerante

Membros de comunidades usaram o microfone da sessão itinerante para cobrar ações do Poder Executivo | FOTO: Divulgação |

A edição da Câmara Itinerante no bairro de Itapuã, nesta segunda-feira (19), foi mais um marco para o projeto que aproxima a comunidade dos vereadores de Salvador. Considerada a mais participativa desde a criação do programa, a sessão no Colégio Estadual Rotary abriu os microfones da Casa Legislativa para movimentos sociais, sindicais e para a população em geral que compareceu em peso para prestigiar, debater e apontar demandas fundamentais para o convívio em sociedade. Para o coordenador do programa, o vereador Luiz Carlos Suíca (PT), a iniciativa ouviu os representantes dos bairros circunvizinhos e de Itapuã, mas também entregou cartilha sobre a atuação do edil e tratou sobre desemprego, acessibilidade e infraestrutura.

“Queremos que as pessoas entendam o papel do vereador, o que ele faz, como faz e de que forma isso chega à população. Desde a apresentação de um projeto de lei a uma indicação aos poderes Executivos, seja estadual ou municipal. É de suma importância que isso seja passado de forma didática para o povo. E vamos sempre ouvir as demandas para que um diagnóstico seja apresentado para todos os vereadores de Salvador”, informa Suíca. De acordo com o petista, a ideia é que essa nova política implantada durante sua coordenação seja como almeja o presidente da Casa, Geraldo Jr. (SD), “com a Câmara mais pedagógica e participativa, explicando cada passo do Poder Legislativo”.

Membros de comunidades usaram o microfone da sessão itinerante para cobrar ações do Poder Executivo, como iluminação, melhorias em infraestruturas e áreas públicas, além de políticas para elevar e oferecer mais emprego e renda. O edil soteropolitano salienta que a Câmara Itinerante em Itapuã teve forte participação de mulheres e justifica a importância do dado. “Estamos mais próximos dos grupos mais vulneráveis, isso é notório. E os assuntos mais tratados, principalmente por Salvador ser a capital com maior número de desempregado, foi geração de renda e trabalho para as mulheres, também para os homens, mas sobretudo para as mulheres. A capital baiana aparece em pesquisa com taxa de desemprego de 17,7%. Sendo a maior do país, comparando com as outras metrópoles”, completa Suíca. As informações são de assessoria.

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