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Valmir destaca força das Ligas Camponesas durante homenagem a João e Elizabeth Teixeira na Paraíba

O deputado federal Valmir Assunção durante entrega de placa a Elizabeth Teixeira em João Pessoa | FOTO: Divulgação |

A visita ao estado da Paraíba para entrega de placa em homenagem ao líder das Ligas Camponesas João Pedro (in memoriam) e à sua viúva Elizabeth Teixeira foi tida pelo deputado federal Valmir Assunção (PT-BA) como um resgate histórico da importância da luta daqueles que vivem no campo. Nesta sexta-feira (30), em João Pessoa, Assunção conheceu mais da história e dos detalhes contados pela matriarca, considera por ele como “grande lutadora das Ligas na época” e “exemplo de resistência” para os movimentos sociais que estão em atividade no país. “Ela é a memória viva das Ligas Camponesas. Esse aprendizado levarei para toda a vida. Entreguei uma pequena homenagem a Elizabeth Teixeira e ouvi dela sobre a luta do povo do campo”, salienta o parlamentar baiano.

Valmir foi autor do projeto que inscreveu o nome de João Pedro Teixeira como herói da pátria | FOTO: Divulgação |

Valmir esteve na Paraíba com a comitiva formada pelo dirigente do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Dilei, e os também deputados federais João Daniel (PT-SE) e Frei Anastácio (PT-PB). Todos eles participaram do ato de entrega da homenagem à viúva de João Pedro Teixeira. Assunção é autor do projeto que inseriu o nome do líder camponês no famoso ‘livro de aço’ dos Heróis e Heroínas da Pátria. “Tive a honra de ser o autor do projeto que inscreveu João Pedro Teixeira como herói da pátria. Seu nome está no livro de aço que fica exposto no Panteão da Pátria, em Brasília, e registra nomes como os de Zumbi dos Palmares, Tiradentes e Santos Dumont. Ele existe desde 7 de setembro de 1989 e tem valor simbólico na preservação da memória nacional”, aponta o petista. A lei que inseriu Teixeira no livro foi sancionada em 8 de janeiro de 2018.

O parlamentar salienta que as Ligas Camponesas fazem parte da memória histórica de quem faz a luta pela terra. Ele defende e destaca a atuação de Teixeira no final da década de 50 como fundamental para a história da luta por terra no país. “Sem dúvida a participação dele neste processo envolveu toda a família. Elizabeth viveu momentos difíceis e foi, sem dúvida, mais um nome importante do movimento. Na atual conjuntura, essa homenagem reflete ainda nossa preocupação com a estagnação da reforma agrária no Brasil e com a entrega de riquezas por este governo de Bolsonaro, sem contar as crises financeira e ambiental que vivemos. Temos que seguir fortalecendo os movimentos e todas as ferramentas que sirvam aos trabalhadores para derrotar essa gestão”, completa.

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