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Chapada: Assassinato brutal contra líder do MST em Iramaia continua sem solução após dois anos

Em contato com o Jornal da Chapada, a mãe de ‘Marcinho’, a professora Nilvandia Prado, voltou a cobrar das autoridades a conclusão do inquérito e solução para o crime.

O brutal assassinato do líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, Márcio Matos, o popular ‘Marcinho’, completa dois anos nesta sexta-feira (24) e ainda segue sem solução. Os responsáveis pelo crime não foram indiciados e a família segue aguardando respostas da polícia e da justiça baiana. Em contato com o Jornal da Chapada, a mãe de ‘Marcinho’, a professora Nilvandia Prado, voltou a cobrar das autoridades a conclusão do inquérito e solução para o crime.

“Toda essa história já nos deixa muito triste desde que aconteceu. Tem sido muito difícil enfrentar a tristeza, a saudade e a falta que ele faz para todos nós, mas o que nos deixa pior é o silêncio. Não sabemos mais nada sobre o inquérito, parece que parou, mas a gente precisa de uma resposta”. ‘Marcinho’ foi assassinado com cinco tiros a queima roupa em sua residência no Assentamento Boa Sorte, em Iramaia, na Chapada Diamantina, no dia 24 de janeiro de 2018. O filho dele, que estava na hora, presenciou tudo.

“São dois anos de muita saudade, lágrimas, crises de ansiedade e muita dor por não tê-lo mais aqui. Só que tão ruim quanto tudo isso é saber que o inquérito segue aberto e nada se fala/faz a respeito. Nós ainda queremos respostas. Nós ainda esperamos justiça”, diz Flávia Rezende, que namorava com ‘Marcinho’ na época do crime. O deputado federal Valmir Assunção (PT-BA) também se pronunciou sobre os dois anos do homicídio. “Há dois anos eu perdi um grande amigo. A memória de Márcio Matos vive em cada militante sem-terra, em todos e todas que lutam por reforma agrária, por um mundo mais justo”.

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