Vereador quer debate político em 2015 com mais participação dos movimentos sociais

Postado em dez 26 2014 - 9:22am por Jornal da Chapada
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Suíca lembrou do movimento de junho de 2013, que deu legitimidade aos movimentos sindicais e sociais de se mobilizarem e lutarem pelos seus direitos | FOTO: Reprodução |

A reforma política não sai da pauta dos partidos de esquerda nem dos movimentos sociais e deve dominar os debates no próximo ano. É o que acredita o vereador de Salvador Luiz Carlos Suíca (PT), que se pronunciou nesta terça-feira (23) a respeito das decisões políticas que o PT e o governo da presidente Dilma devem tomar para conter os ataques da oposição. Para o edil, os políticos opositores no Congresso Nacional “estão prestando um desserviço à população brasileira ao atacar a Petrobrás da maneira que vêm fazendo. Se tiver culpados devem ser responsabilizados, mas a tentativa é de enfraquecer a maior empresa pública da América Latina para atingir o governo de Dilma, e não para esclarecer o caso, isso é notório”, dispara o petista. Suíca acredita que cada militante deve assumir essa bandeira de defender a empresa e de pressionar a justiça para que os culpados sejam apresentados, o que para ele “evitaria todas essas acusações infundadas de uma direita confusa e raivosa”.

O vereador também lembrou do movimento de junho de 2013, que deu legitimidade aos movimentos sindicais e sociais de se mobilizarem e lutarem pelos seus direitos. “Devemos ampliar esses debates sobre a reforma política em 2015 e questionar o sistema político vigente no nosso país. Acredito que se não fizermos a reforma vamos continuar dando murro em ponta de faca, sobretudo se as eleições continuarem sendo marcadas por dinheiro de capital privado. Nesse contexto, no final das contas, a população é que sai prejudicada, já que o político eleito não cumpre suas promessas, muito as vezes, por está atrelado às dívidas ‘conquistas’ durante a campanha – por causa do apoio de determinada empresa”. Ainda de acordo com Suíca, tanto o governador Rui Costa como a presidente Dilma Rousseff devem gerir a democracia com a aplicação da lei. “Vamos seguir com a mesma transparência na administração, com os diálogos com os movimentos, com participação popular, ética e combatendo corrupção”.

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