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Inserção dos jovens rurais no programa de primeiro estágio do Governo é discutida em reunião

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O programa 1º Estágio, idealizado no âmbito do Educar para Transformar, um pacto pela educação | FOTO: Reprodução/Will Assunção/Jussi Up Press |

Aumentar as possibilidades de emprego, trabalho e renda para jovens trabalhadores baianos, viabilizando estágio obrigatório curricular para estudantes da rede estadual de educação profissional. Essa é a principal meta do programa 1º Estágio, idealizado no âmbito do Educar para Transformar, um pacto pela educação. O programa é elaborado pelo Governo estadual por meio da Secretaria de Educação (SEC), em parceria com as secretarias estaduais de Desenvolvimento Econômico (SDE), de Desenvolvimento Rural (SDR), da Administração (Saeb) e do Trabalho, Emprego e Renda (Setre), entre outras.

Com reunião realizada na quinta-feira (7), no gabinete da SDR, a inserção dos jovens rurais nas vagas de primeiro estágio e primeiro emprego foi um dos pontos importantes abordados pelos representantes das secretarias estaduais integradas ao programa. “A Secretaria de Desenvolvimento Rural quer trabalhar com o jovem rural apoiando decisivamente na obtenção deste primeiro estágio e primeiro emprego. O jovem rural quer chegar em um nível mais avançado e queremos dar condições para isso”, destacou a diretora geral da SDR, Ila Baraúna.

O assessor especial da juventude rural da SDR, Jocivaldo dos Anjos, informou que existem 25% de jovens rurais na Bahia. “Os cursos ofertados para os jovens rurais devem também ter viés voltado para a área urbana, pois a juventude rural tem aspirações para áreas diversas, além daquelas relacionadas ao setor agrícola”, informou.

A iniciativa visa também fazer uma articulação com outros programas de qualificação profissional, a exemplo do Mais Futuro, Jovens Baianos, Qualifica Bahia e Estágio na Administração Pública. A ideia é possibilitar o estágio e intermediar mão de obra, com a busca ativa de vagas de emprego assalariado e com o fomento do empreendedorismo individual e da economia solidária.

Segundo o superintendente de Educação Profissional, Almerico Lima, é importante, neste processo, a formação de um Comitê Gestor de Governança. “Estamos propondo um comitê para pensar áreas, como a jurídica, elaborando Termos de Cooperação Técnica e editais, além de núcleos para articulações institucionais e de ofertas e demandas”, disse.

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