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PF faz buscas em imóveis de Collor, ex-ministros e presidente nacional do PP

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Na Casa da Dinda, famosa residência do ex-presidente, foram apreendidos uma Ferrari vermelha, um Porsche preto e uma Lamborghini prata | FOTO: Reprodução |

O senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL), ex-ministros do primeiro governo Dilma Rousseff e políticos do PP foram alvos de nova fase da Operação Lava Jato, deflagrada nesta terça-feira (14). A Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão em imóveis ligados a eles, como nas residências de Collor em Brasília e em Alagoas. Os policiais também foram à TV Gazeta, afiliada da TV Globo no Estado nordestino, que pertence à família de Collor; ele é um dos principais acionistas. Na Casa da Dinda, famosa residência do ex-presidente, foram apreendidos uma Ferrari vermelha, um Porsche preto e uma Lamborghini prata.

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Na Casa da Dinda, famosa residência do ex-presidente, foram apreendidos uma Ferrari vermelha, um Porsche preto e uma Lamborghini prata | FOTO: Reprodução |

Os outros envolvidos foram os senadores Ciro Nogueira (PP-PI), presidente nacional do partido, os ex-ministros Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE, hoje senador) e Mário Negromonte (ex-PP-BA, hoje conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia), o deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE) e o ex-deputado João Pizzolati (PP-SC, atual secretário estadual de Articulação Política em Roraima). A ação também investiga o advogado Thiago Cedraz, filho do ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) Aroldo Cedraz. Os policiais estiveram na casa e no escritório dele, em Brasília.

Ao todo, a polícia cumpriu 53 mandados de busca e apreensão expedidos pelos ministros do Supremo Tribunal Federal Teori Zawascki, Celso de Mello e Ricardo Lewandowski, referentes a processos que correm no STF e que envolvem políticos com mandato –e, portanto, foro privilegiado. Não há prisões previstas. As buscas ocorrem na residência dos investigados, em seus endereços funcionais, sedes de empresas, em escritórios de advocacia e órgãos públicos. No caso de Negromonte, a PF também esteve no gabinete dele no Tribunal de Contas. Extraído da Folha de S. Paulo.

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