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Chapada: Sindicato consegue veto a projeto do prefeito de Piritiba e aguarda pagamento de servidores

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A maioria do público presente clamou pela devolução do projeto de Lei e, numa vitória unânime, o projeto foi devolvido | FOTO: Divulgação |

Em contato com o Jornal da Chapada, o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Piritiba (Sindsemp) informou que o prefeito do município na Chapada Diamantina, Ivan Silva Cedraz (PSB) encaminhou um projeto de Lei à Câmara de Vereadores para aprovação, com corte nos salários dos docentes. Diante da situação, o sindicato mobilizou os servidores, o corpo jurídico do Sindsemp (Marcos Régis) e a população de Piritiba, que foram à Câmara, na última segunda-feira (24), onde aconteceu a audiência pública para discussão do projeto.

A maioria do público presente clamou pela devolução do projeto de Lei e, numa vitória unânime, o projeto foi devolvido. Apesar de garantir essa conquista, a situação da Educação no município de Piritiba é preocupante e precisa avançar em muitos aspectos. O Jornal da Chapada já publicou, só este ano, nove denúncias. Na última terça (25), a diretoria e o advogado do Sindsemp se reuniram com a secretária de Educação, Eletice Gomes Belas, e com o secretário de Saúde, Antônio José, em busca de solução para os problemas que assolam o município e que atingem os servidores.

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A presidente do sindicato Cleide Nascimento | FOTO: Divulgação |

Na reunião, o secretário de Saúde declarou “que tem dificuldade em arcar com as despesas da pasta, devido a contrapartida da prefeitura ser deficitária”. Mas ele garantiu que até o dia 30 de agosto pagará o salário do mês de julho aos funcionários da Saúde e que no dia 10 de setembro pagará o mês de agosto, dando prioridade aos médicos e funcionários do hospital. Quanto aos agentes de endemias, Antônio José informou que os mesmos receberam o salário de julho no dia 21 de agosto e que o pagamento do mês de agosto será em setembro, com o recurso da Vigilância Sanitária.

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Já a secretária de Educação informou que não sabia o motivo dos professores terem um corte de quase R$ 400. Belas se comprometeu em se reunir com o sindicato e com as diretoras escolares para tratar da denúncia de assédio sofrido pelos professores por fiscalizarem a merenda escolar. Ela também prometeu, durante a reunião, que em 2016 fará o reordenamento pedagógico, segundo a Lei de Diretrizes e Bases. Quanto à merenda escolar, Belas informou que as escolas já estão recebendo e, sobre o transporte escolar que não está circulando diariamente, a secretária disse que já está pagando em dia a cooperativa responsável pelos motoristas dos ônibus.

Algumas indagações do Sindsemp ficaram sem resposta, e alguns pontos que a secretária relatou avanços, a presidente do sindicato Cleide Nascimento nega e diz que estes progressos não existiram. “[Belas] disse que enviaria ao sindicato todos os balancetes ainda na tarde do dia [da reunião]. Porém, não foi enviado nenhum documento que comprove o pagamento”, afirma Cleide se referindo ao pagamento dos motoristas dos ônibus escolares. Ela ainda denuncia a situação da alimentação escolar “hoje [27] já tem escola sem merenda escolar, e em outras, as crianças comendo pipoca”.

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