#Bahia: Estudantes da Educação Profissional estudam potencial turístico de Macaúbas

Postado em nov 2 2016 - 8:40am por Jornal da Chapada
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A falha geológica marcada por uma rica fauna e flora é um verdadeiro patrimônio paisagístico que está sendo estudada por alunos | FOTO: Ascom/SEC |

Entre tantas belezas naturais da Bahia, a Serra do Talhadão, localizada no povoado de Catolés, em Macaúbas, no centro sul, reserva grandes surpresas. A falha geológica marcada por uma rica fauna e flora é um verdadeiro patrimônio paisagístico que está sendo estudada por alunos do curso técnico em Turismo do Centro Territorial de Educação Profissional (Cetep) da Bacia de Paramirim, no município. A ação, que alia teoria e prática, contribui para a formação dos futuros profissionais, ampliando a percepção dos estudantes sobre o potencial que o mundo do trabalho na região oferece.

No rico ecossistema cercado por rochas, cachoeiras e até pinturas rupestres, os estudantes fazem registros em vídeo, fotos e anotações de todo o trajeto percorrido. A experiência, segundo os próprios estudantes, permitiu a eles uma maior compreensão sobre a importância da implementação de projetos de proteção ambiental. Além disso, eles contam que analisaram o Turismo de cunho ambiental e as políticas públicas voltadas à sustentabilidade socioambiental na região.

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As aulas de campo são orientadas pelo professor e historiador Mariel Araújo | FOTO: Ascom/SEC |

“Tem sido um projeto muito interessante. Percebemos as riquezas, os potenciais turísticos da região a partir do trabalho teórico que construímos em sala de aula. A experiência também nos fez refletir sobre o papel do profissional de Turismo, bem como nos trouxe mais consciência sobre a necessidade da proteção ambiental e nos fez ver o potencial a ser explorado no Território da Bacia do Paramirim”, explica Jorge Luís Souza, 17 anos, 1º ano do curso técnico de Turismo.

Ele enfatiza que a visita técnica proporciona ainda a identificação do valor patrimonial da flora silvestre, que está situada em uma das poucas áreas de transição entre o Cerrado e a Caatinga habitáveis. Sua colega Lílian Meira, 26, enfatiza o encantamento pelos recursos naturais da região onde nasceu e reside, mas que ainda não conhecia. “Fiquei muito surpresa com a beleza da região e, ao adquirir conhecimento sobre o seu valor turístico, penso que é urgente a implementação de projetos de preservação desse patrimônio, que irá gerar emprego e renda para a região”.

As aulas de campo são orientadas pelo professor e historiador Mariel Araújo e acontecem de forma articulada com atividades realizadas em sala de aula. “Buscamos garimpar os pontos de turismo ecológico e de aventura e, sobretudo, incentivar os alunos no reconhecimento das práticas de atuação na área do Turismo, sob diversas perspectivas. Os estudantes irão produzir também um roteiro turístico-cultural da região de Macaúbas, a ser publicado e divulgado para a comunidade do município”. As informações são da SEC.

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