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#Polêmica: Ex-juízes do TRE, filho de desembargadora quadruplicou patrimônio e colega acumulou mais de R$ 24 mi em seis anos

Tratam-se de Rui Carlos Barata Lima Filho, filho da desembargadora Lígia Maria, presa ontem na Operação, e Diego Freitas Ribeiro, que, assim como o primeiro, teve pedido de prisão negado pelo ministro Og Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça, que expediu, no entanto, mandados de busca e apreensão contra ambos.

No curso das investigações da Faroeste, pelo menos a movimentação financeira, supostamente incompatível com seus rendimentos e ainda em períodos críticos, de dois ex-juízes do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) chamou a atenção das autoridades.

Tratam-se de Rui Carlos Barata Lima Filho, filho da desembargadora Lígia Maria, presa ontem na Operação, e Diego Freitas Ribeiro, que, assim como o primeiro, teve pedido de prisão negado pelo ministro Og Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça, que expediu, no entanto, mandados de busca e apreensão contra ambos.

Diego Ribeiro foi juiz substituto do TRE, ao passo que Rui Barata Filho, titular. De acordo com o ministro, a Secretaria de Perícia, Pesquisa e Análise da Procuradoria Geral da República identificou significativo incremento dos rendimentos de Rui Barata Filho após a nomeação de sua mãe como desembargadora, no ano de 2015.

Ele teria apresentado evolução patrimonial de R$ 718.642,96, no início de 2013, para R$ 3,9 milhões, no final de 2018, o que, segundo os investigadores, significa que mais do que quadruplicou seu patrimônio em menos de seis anos.

“Soma-se a isso o fato de que, no mesmo período, os créditos bancários foram muito superiores aos seus rendimentos líquidos, o que ‘pode indicar recebimento de valores não declarados à Receita Federal ou movimento de recursos de terceiros’”, diz o relatório.

Outro cuja movimentação financeira chamou a atenção foi Diego Ribeiro, que teria feito operações suspeitas no valor de 1,7 milhão num período de apenas seis meses entre os anos de 2017 e 2018.

O MPF ainda apontou que a Polícia Federal teria averiguado que, entre 2013 e 2019, ele acumulou crédito total de 24,05 milhões, ‘a despeito de não possuir rendimentos compatíveis com tal montante’. O fato de ambos terem passado pelo TRE ampliou o interesse dos investigadores sobre o órgão eleitoral baiano.

Além deles, outro ex-juiz do TRE, Marcelo Junqueiras Ayres Filho, genro do secretário estadual Walter Pinheiro (Planejamento), também foi alvo de um mandado de busca e apreensão nesta nova fase da Operação Faroeste. A redação é do site Política Livre.

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