Copa 2014: Itália supera a Inglaterra em jogo movimentado na Arena Amazônia

Postado em jun 15 2014 - 9:11am por Jornal da Chapada
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Balotelli marcou o segundo gol da seleção italiana | FOTO: Reprodução |

Que jogo! Roy Hodgson reclamou por ter que jogar no calor de Manaus, mas a Inglaterra não soube dosar velocidade e cansou na segunda etapa. Ainda bem que o clima não foi o destaque dessa partidaça! A Itália, cheia de opções e esquemas, foi do 4-3-3 que marca com duas linhas e um homem entre elas, o velho 4-1-4-1. A tônica era simples: setores próximos, as vezes em 30 ou 40 metros na área, atenção ao cercar o adversário com bola e Pirlo e Verratti mais soltos no meio, com a proteção de De Rossi. A Inglaterra apostou na velocidade do quarteto ofensivo no 4-2-3-1 com Rooney na esquerda, Sterling se movimentando muito como “central winger” e Welbeck na direita. Gerrard organizava mais de trás e Henderson aparecia na direita, mas a Inglaterra atacava mesmo quando a bola chegava no quarteto e ia para o gol de Sirigu.

Confronto equilibrado. A Itália até controlava o jogo e Darmian apoiava muito pela esquerda, junto com a mobilidade de Balotelli na referência do esquema. De Rossi e Pirlo invertiam certas vezes, para poupar o camisa 21 de embate e deixar o craque mais confortável para lançar e cadenciar o time, que ficou com 60% da posse na primeira etapa. Quando ocupava mais o campo de ataque, veio a jogada combinada que colocou o time em vantagem. Brilhante corta-luz de Pirlo que deixou Marchisio sem marcação. E o jogo que já era movimentado ficou mais, lá e cá. Ainda mais quando a Inglaterra acelerou pela esquerda e Rooney encontrou Sturridge.

Foram 30 finalizações, só para você ver como o jogo foi movimentado. A Itália se recompunha com maior velocidade, a Inglaterra mantinha a organização. Em uma falha, a cabeçada de Balotelli que fez Prandelli recolher as linhas com De Rossi próximo de Pirlo e Thiago Motta vigiando Gerrard. Roy Hodgson deu velocidade, mas viu seu time cansar – mentalmente com a desvantagem e fisicamente com o calor. Wilshere, Barkley e Lallana fizeram Rooney ficar na referência, e o English Team dominou a segunda etapa, mesmo com 48% de posse. Mas faltou passe vertical e algum rompimento de linhas a pernas cansadas. Do Globo Esporte.

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