Artista baiano quer levar música brasileira para todos os cantos do planeta

Postado em set 4 2018 - 3:31pm por Jornal da Chapada

Peu Pereira já está na música há 25 anos e atualmente reside nos Estados Unidos | FOTO: Divulgação |

O projeto ‘Origens Sem Fronteiras’, criado pelo músico Peu Pereira, tem como objetivo divulgar a cultura, mostrar a riqueza rítmica que o Brasil tem, e ao mesmo tempo levar amor em forma de música para todos. Com a realização desse trabalho, Peu hoje está residindo nos Estados Unidos e divulgando a cultura musical brasileira por onde passa. Ele foi convidado até para participar do Festival Brazilian Day. No projeto, ele convidou alguns de seus amigos e parceiros de música, também instrumentistas, para participarem.

Foi assim que Peu contou com a participação de excelentes músicos que só acrescentou o trabalho que resultou na gravação do EP ‘Origens Sem Fronteiras’. Entre eles estão, Renan Nonato, Edy e Cícero de Assis, na sanfona, Fernando Martins, na guitarra, Nylson Baketa e Hito Pereira, na bateria, Moyses de Jesus, no baixo, Xipa Baiano, na percussão, e Felipe de Castro, nos teclados. Após a execução desse projeto, Peu resolveu pensar também em divulgar esse trabalho com muita beleza fora do Brasil através das redes sociais, fazendo cumprir o seu objetivo de divulgar a cultura brasileira com sua música.

Nascido em Salvador, na Bahia, Peu já está na música há 25 anos. Nasceu em uma família de músicos e relata que seu pai foi o ponto de partida de todos os membros da família ingressados no meio musical. Hoje, Peu não é considerado apenas um músico, pois quem o conhece bem sabe de sua diversidade de habilidades. Ele produz, compõe, arranja, grava, acompanha e como um bom instrumentista, toca também.

Depois de ter passado por várias bandas, gravado materiais e trabalhado com artistas diversos como, Edil Pacheco, Cicinho de Assis, Raimundo Sodré, Carlos Pita, Val Macambira, Flor de Lis, Sanfona Maluka (uma banda de autoria própria que já gravou música com participação do Grupo Tradição), Tribo da Vanera, entre outros, Peu resolve executar alguns de seus projetos independentes.

Isso porque Peu sempre foi admirador da riqueza rítmica, sempre observou a diferença entre o pensamento particular de cada músico na hora de interpretar a mesma canção com identidades diferentes. Agora ele está na batalha de expandir territórios e levar a música brasileira para outros povos, vamos acompanhar esse trabalho. Jornal da Chapada com informações de assessoria.

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